Disciplina FLL5000Aquisição/Aprendizagem de Língua Estrangeira: Modelos Teóricos e Constatações Práticas
(por semana)
Docente Responsável:
Neide Therezinha Maia Gonzalez
Objetivos
Objetivos gerais: 1) Explicitar o comprometimento dos enfoques da aquisição/aprendizagem de línguas com as teorias da linguagem. 2) Mostrar que a pesquisa em aquisição/aprendizagem de línguas pode e deve ter o estatuto de uma disciplina autônoma, independente de sua aplicação pedagógica. 3) Mostrar a evolução dessa disciplina até os dias de hoje, bem como os diferentes caminhos que vem seguindo e as bases epistemológicas de cada um deles. 4) Dar um estatuto mais elaborado à didática de línguas estrangeiras, mostrando que práticas pedagógicas sólidas devem estar ancoradas num profundo conhecimento das capacidades dos aprendizes e dos processos necessários para que a aquisição e a aprendizagem tenham lugar. 5) Apontar as contribuições que a experiência no ensino de línguas estrangeiras pode dar às teorias da aquisição/aprendizagem e às teorias da linguagem. Objetivos específicos: 1) Expor, discutir e testar algumas hipóteses teóricas sobre questões muito discutidas atualmente pela lingüística: o fenômeno da aquisição da língua e as bases em que ela se processa; a aquisição/aprendizagem de uma língua estrangeira e, mais especificamente, a aquisição/aprendizagem da gramática de uma língua estrangeira; o papel da transferência ou o papel da língua materna nesse processo. 2) Analisar e discutir as diferenças entre aquisição natural de uma L2 e aquisição/aprendizagem de língua estrangeira em situação formal, e observar o papel da instrução formal nesse processo. 3) Construir uma hipótese alternativa sobre o processo de aquisição/aprendizagem de determinados aspectos das línguas estrangeiras e sobre o real caráter da transferência. 4) Testar essa hipótese na análise de um caso: o da aquisição das marcas de pessoa do espanhol por falantes do português brasileiro. 5) Testar essa hipótese - e outras - na análise de casos propostos pelos alunos, inclusive de outras línguas estrangeiras.
Justificativa
A disciplina contribui para a manutenção e fortalecimento de uma linha de pesquisa cuja demanda é crescente e cuja importância é evidente, uma vez que abre novas e instigantes fontes de reflexão sobre variadas teorias e sobre práticas consagradas. O fortalecimento dessa linha de pesquisa é, por sua vez, importante, não apenas porque situa os pesquisadores envolvidos nas discussões que vêm sendo feitas sobre essas questões por lingüistas de todo o mundo, mas também pelas contribuições que essas pesquisas podem trazer para a própria formação dos profissionais que trabalham hoje com o ensino de línguas estrangeiras, cuja formação habitualmente está centrada em questões de ordem puramente didáticas. Tais contribuições são fundamentais nestes momentos em que a globalização do conhecimento e da informação tornam cada vez mais imperioso o conhecimento de várias línguas, e em que vemos proliferar cada vez mais o seu ensino. A oferta de uma disciplina como esta, ministrada por uma docente do Departamento de Letras Modernas, representa, ademais, um exemplar modelo de colaboração entre os Departamentos de Letras e uma real prática de interdisciplinaridade. A disciplina, por isso mesmo, constitui-se em modelo de como uma prática pode e deve ser objeto de reflexões teóricas e de quanto as reflexões teóricas podem e devem fundamentar toda e qualquer prática. A criação da disciplina se justifica, por fim, pelas próprias reflexões que ela propõe, explicitadas quer nos seus objetivos, quer nos seus conteúdos programáticos, quer na sua bibliografia de apoio. Como se pode detectar, ela visa, por um lado, a expor e discutir teorias da língua, e de sua aquisição/aprendizagem, bastante novas e permanentemente atualizadas, nem sempre muito acessíveis entre nós. Não se limita, no entanto, a questões puramente teóricas, mas propõe a análise de casos concretos à luz dessas teorias. Esse caráter teórico-prático lhe dá, assim, uma dupla funcionalidade, o que faz com que atenda à indiscutível diversidade dos interesses e da demanda que é possível constatar hoje.
Conteúdo
1a Parte: Questões teóricas 1. Língua estrangeira (LE) vs. língua 2 (L2); aquisição vs. aprendizagem.2. O caráter da pesquisa em aquisição/aprendizagem de LE/L2. O início dos estudos em aquisição.3. Gerativismo e aquisição: a pobreza do estímulo; a aquisição seletiva.4. Gerativismo e aquisição de LE/L2:4.1. semelhanças e diferenças entre aquisição de L1 e de LE/L2;4.2. competência e perfórmance em LE/L2: interlíngua e gramática não-nativa; permeabilidade; fossilização;4.3. aquisição de LE/L2 e parametrização;5. Um modelo seletivo de aquisição/aprendizagem de LE/L2: a diferença entre input e intake.6. O caráter e as formas de abordagem da interlíngua e da gramática não nativa.7. O papel da L1 na aquisição/aprendizagem da LE/L2:7.1. transferência (transfer): o termo; o fenômeno;7.2. o fenômeno da transferência nas diferentes fases ou tendências da pesquisa em aquisição/aprendizagem de LE/L2:7.2.1. a aceitação da transferência: análise contrastiva;7.2.2. o declínio da transferência: análise de erros; análise de perfórmance; hipótese das construções criativas; as cinco hipóteses de Krashen; interlíngua e gramática não-nativa;7.2.3. a incorporação da transferência pelo cognitivismo.8. Um programa global de pesquisa em aquisição/aprendizagem de LE/L2 orientado para a interlíngua: cenários desenvolvimentais e estratégias de aquisição.9. Outras hipóteses sobre a aquisição de língua estrangeira:9.1. os modelos ambientalistas;9.2. os modelos interacionistas;9.3. os modelos sócio-interacionistas;9.4. pragmática e aquisição;9.5. análise do discurso e psicanálise e aquisição (a constituição do sujeito, questões identitárias)9.6. a teoria do caos e a aquisição (aquisição e sistemas complexos não lineares)9.7. aquisição, aprendizagem e ensino formal.2a parte: Aplicação do modelo10. Um cenário para a aquisição/aprendizagem das marcas de pessoa do espanhol por brasileiros adultos.11. Hipóteses interpretativas.12. Apresentação de outros casos, trazidos pelos alunos, e sugestões de interpretação.
Forma de Avaliação
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Créditos Fale conosco© 1999 - 2007 - Departamento de Informática da Codage/USP
Disciplina FLL5019Léxico: Aquisição e Desenvolvimento
Área de Concentração:
8139
Criação:
04/11/2002
Ativação:
04/11/2002
Desativação:
Nr. de Créditos:
6
Carga Horária
Teórica(por semana)
Prática(por semana)
Estudos(por semana)
Duração
Total
1
2
3
15 semanas
90 horas
Docente Responsável:
Debora Maria Befi Lopes
Objetivos
A disciplina propõe-se a levar o aluno a conhecer / entender o percurso desenvolvido pelas crianças no seu processo de aquisição e desenvolvimento da linguagem e, particularmente do léxico, oferecendo subsídios para que seja capaz de atuar direta ou indiretamente sobre esse processo de desenvolvimento, tornando - o apto a detectar alterações nesse nível da linguagem, a fim de realizar os encaminhamentos para reabilitação e/ou recuperação quando necessário.
Justificativa
A aquisição e o desenvolvimento lexicais são aspectos fundamentais do aperfeiçoamento lingüístico. Fonoaudiólogos, lingüistas, pedagogos, educadores de forma geral devem ter conhecimentos dessas questões com a finalidade de promover a melhor adequação possível de seu trabalho. A possibilidade de análise, tanto quantitativa como qualitativa desse processo, permitirá ao cientista e profissional da linguagem melhores condições de compreensão do desenvolvimento das crianças, que conduzam a modelos e técnicas mais eficazes, para o aprimoramento da comunicação desse tipo de população.
Conteúdo
1. Preliminares: Do processo de aquisição e desenvolvimento da linguagem. 2. A cognição como fator desencadeante da aquisição e desenvolvimento da linguagem. 3. Aspectos sócio - interacionistas e sua interface com o desenvolvimento da linguagem. 4. A aquisição e desenvolvimento da linguagem face à Teoria Piagetiana. 5. A aquisição e desenvolvimento da linguagem face à Teoria Vygotskiana. 6. Análise quantitativa do léxico infantil. 7. As relações de significação - a sinonímia, a parassinonímia, a hiperonímia e a co - hiponímia na aquisição e desenvolvimento da linguagem. 8. O papel da competência e do desempenho lexicais no desenvolvimento da linguagem infantil. 9. Da não designação à paráfrase e da paráfrase à designação usual: a tipologia dos processos de substituição. 10. Os desvios na aquisição da linguagem: os retardos na aquisição e os distúrbios do desenvolvimento lexicais.
Forma de Avaliação
Bibliografia
BARBOSA, M.A (1984) - "Da Construção e Transmissão do Saber Lexical: um modelo lingüístico - pedagógico". Revista Brasileira de Lingüística, São Paulo, Global, vol.7(1). BARBOSA,M.A (1991) - "Neologia e Dinâmica Lexical: processos e tipologia". Anais do V Encontro Nacional da ANPOL. Porto Alegre. BARBOSA,M.A (1992) - "O Percurso Gerativo da Enunciação, a Relação de Equivalência Lexical e o Ensino do Léxico". Estudos Lingüísticos XXI. Anais de Seminários do GEL. Jaú, 58-265. BEFI-LOPES,D.M. (1997) - Aspectos da Competência e do Desempenho Lexicais em Crianças entre 4:0 e 6:6 anos, com Padrões de Desenvolvimento Normal de Linguagem e com Alterações Articulatórias. Tese de Doutoramento apresentada à FFLCH-USP, 83-97. BEFI-LOPES,D.M. (2000) - "Aquisição e Desenvolvimento lexicais: algumas contribuições. Acta Semiotica et Lingvistica, 8:155-89. BEFI-LOPES,D.M. e GALEA,D.E.S. (2000) - "Análise do Desempenho Lexical em Crianças com Alteração no Desenvolvimento da Linguagem". Pró-Fono Revista de Atualização Científica, 12(2):31-8. BEFI-LOPES,D.M. e RODRIGUES,A. (2001) - "Avaliação do Vocabulário nas Alterações do Desenvolvimento da Linguagem". Jornal Brasileiro de Fonoaudiologia, 2(8):183-90. CLARK,E.V. (1997) - "Conceptual Perspective and Lexical Choice in Acquisition". Cognition, 64 - 1-37. COSERIU,E. (1969) - Teoria del Lenguaje y Lingúítica General, Gredos, Madrid, 94-101. FERNANDES,E. (1990) - "Desenvolvimento do Comportamento Lingüístico da Criança". Revista Saúde, Sexo e Educação do Inst. Bras. de Reabilitação, ano 2,n.2, Rio de Janeiro, 6-16. GATHERCOLE,S. and BADDELEY,A. (1993). Working Memory and Language. 42-74. LA TAILLE,Y.,OLIVEIRA,M.K. e DANTAS,H. (1992) - Piaget, Vygotsky, Wallow: Teorias Psicogenéticas em Discussão. Summus Editorial, SP. LIMONGI,S.C.O. (1996) - "Da Ação à Cominicação: um processo de aprendizagem". Revista Psicopedagogia, 15(56): 24-28. LURIA,AR. (1987) - Pensamento e Linguagem: as últimas conferências de Luria. Artes Médicas, Porto Alegre, 43-56. MARCUSCHI,L.A. (1978) - "A formação de Conceitos como Questão Semântica". Revista Brasileira de Lingüística, 5(2), 63-87. SIM-SIM,I. (1992) - "Desenvolvimento Conceptual e Lexical: Que Relação?". Revista Portuguesa de Educação, 5(2):21-29. SINCLAIR,H. J. (1975) - "El Papel de Las Estructuras Cognitivas en la Adquisicion del Lenguage". In: Fundamentos del Desarrolo del Lenguage. Compilacion de Eric H.Lenneberg y Elizabeth Lenneberg. Alianza Universidad-Madrid, Textos, cap.10,221-237. SINCLAIR,H. J. (1974) - "L'acquisition du Langage d'un Point de vue Piagetien". Folia Phoniatrica, 26:1-12. THAL,D.J. (1991) - "Language and Cognition in Normal and Late-Talking Toddlers". Topics in Language Disorders, 11(4):33-42. UZGIRIS,I.C. (1976) - "Infant Development from a Piagetian Approach: Introduction to a Symposium". Merril-Palmer Quarterly, vol.26, n. 1, 3-10. VYGOTSKY,L.S. (1987) - A Formação Social da Mente. Martins Fontes,SP, 45-70.
Disciplina FLL5029Linguagem e Comunicação - Aspectos Funcionais no Desenvolvimento Normal e Patológico
Área de Concentração:
8139
Criação:
16/10/2000
Ativação:
12/12/2000
Desativação:
Nr. de Créditos:
6
Carga Horária
Teórica(por semana)
Prática(por semana)
Estudos(por semana)
Duração
Total
3
2
1
15 semanas
90 horas
Docente Responsável:
Fernanda Dreux Miranda Fernandes
Objetivos
Introduzir e aprofundar as discussões a respeito das questões envolvendo os usos funcionais da linguagem, especialmente durante o desenvolvimento normal e nos distúrbios do desenvolvimento. Proporcionar e incentivar a realização de pesquisas na área, ampliando a contribuição das teorias lingüísticas para a fundamentação da atuação clínica direcionada ao diagnóstico e intervenção nos distúrbios do desenvolvimento em áreas como a fonoaudiologia, a psicologia, a pedagogia e a terapia ocupacional
Justificativa
Os estudos envolvendo os usos funcionais da linguagem têm fornecido uma vasta gama de novas informações a respeito dos processos de desenvolvimento e patologia da linguagem. Os estudos lingüísticos representam fundamentação essencial para o diagnóstico e a intervenção terapêutica em diversas áreas em que a linguagem constitui elemento central. Dessa forma, é essencial o aprofundamento das pesquisas nessa área, assim como a difusão do conhecimento produzido.
Conteúdo
Evidências de comunicação durante o período neonatal. O desenvolvimento da linguagem no primeiro ano de vida. O papel da pragmática no desenvolvimento da linguagem. A comunicação entre mãe e criança - as funções da direção do olhar. Do gesto à palavra - a linguagem como integração das habilidades cognitivas e sociais. A dimensão cultural da aquisição da linguagem. A atenção compartilhada e o desenvolvimento da linguagem. A interferência de fatores emocionais nas questões de uso do léxico. A organização das trocas de turno. O desenvolvimento da pragmática nos estágios da palavra-chave e das frases simples. A aquisição da competência conversacional. Métodos de investigação das habilidades pragmáticas. O distúrbio semântico-pragmático como entidade nosológica. As habilidades pragmáticas nos quadros de retardo de linguagem. O uso funcional da linguagem por crianças deficientes mentais - aspectos diagnósticos e intervenção clínica. As dificuldades no uso comunicativo da linguagem como aspecto central dos quadros de autismo infantil - diagnóstico, terapia e intervenção. A investigação das habilidades pragmáticas nos quadros de lesão cerebral.
Forma de Avaliação
Bibliografia
Bates, Elizabeth Language and context: the acquisition of pragmatics. New York Academic Press, 1976. Camaioni, Luigia Sviluppo del Linguaggio nel Primo Ano di Vitta. ed. il Mulino, Bologna, 1978. Camaioni, Luigia La prima infanzia. Ed. il Mulino, Bologna, 1980. Irwin, John Pragmaticas: the role in Language development. Fox Point Pub., La Verne, 1982. Ochs, Elinor & Scieffelin, Bambi Acquiring conversational competence. Routledge & Kegan Paul pub., London, 1983. Vernant, Denis Du discours à la action, Paris, Presses Universitaires de France, 1997. Brazelton, Berry "Evidence of communication during neonatal behavioral assessment" in Bullowa, M. Before Speech. Cambridge University Press, 1979. Kreckel, Marga Communicative acts: a semiological approach to the empirical analysis of filmed interaction. Great Britain Semiotica 24: 87-111, 1978. Price-Williams, Douglass & Sabsay, Sharon Communicative competence among severely retarded persons. Semiotica 26 (1):35-63, 1979. Givens, David Contrasting nonverbal styles in mother-child interaction. Semiotica24(1): 33-47, 1978. Carter, Anne "Prespeech meaning relations: an outline of one infant's sensorimotor morpheme development" in Fletcher, P. & Garman, M. Language Acquisition. Cambridge University Press, 1979. Wetherby, Amy e cols. Analysis of intentional communication of normal children from the prelinguistic to the multiword stage Journal of Speech and Hearing Research31: 240-352, 1988. Buitelaar, Jan e cols. Differences in the structure of social behavior of autistic children and non-autistic retarded controls Journal of Child Psychology and Psychiatry 32(6): 995-1015, 1991. Bishop, Dorothy, Hartley, Joanne & Weir, Fiona Why and when do some language-impaired children seem talkative? A study of initiation in conversations of children with semantic-pragmatic disorder Journal of autism and developmental disorders 24 (2): 177-197, 1994. Ozonoff, Sally & Miller, Judith An exploration of right - hemisphere contributions to the pragmatic impairments of autism Brain and Language 52: 411-434 , 1996. McArthur, Duncan & Adamson, Lauren Joint attention in preverbal children: autism and developmental language disorder Journal of Autism and Developmental Disorders 26(5): 481- 496. Tager-Flusberg, Helen Current theory and research on language and communication in autism Journal of Autism and Developmental Disorders 26 (2): 169-172, 1996. Prizant, Barry Communication, language, social and emotional development Journal of Autism and Developmental Disorders 26 (2): 173-178, 1996. Bara, Bruno e cols, Neuropragmatics: neuropsychological constrains on formal theories of dialogue Brain and Language 59: 7-49, 1997. Rollins, Pamela & Snow, Catherine Shared attention and gramatical development in typical children and children with autism Journal of Child Language, 25: 653-673, 1998. Coulter, Lorraine Semantic pragmatic disorder with application of selected pragmatic concepts Journal of Language and Communication Disorders, 33: 434- 437, 1998. Duffley, Patrick Considerations for the cognitive analysis of the modal auxiliaries in english Langues et Linguistique, 24: 87-103, 1998. Clachar, Arlene It's not just cognition: the effect of emotion on multiple-level discourse processing in second-language writing Language Sciences 21: 31- 60, 1999. Laforest, M. & Vincent, D. Incompréhension et Malentendu: Deux manifestations de la Co-Construction du Sens Langues et Linguistique 25: 113-143, 1999. Schegloff, Emanuel Overlapping talk and the organization of turn-taking for conversation Language in Society 29:1-63, 2000.
Disciplina FLL5716O Processo de Aquisição da Articulação
Área de Concentração: 8139
Criação: 20/12/2004
Ativação: 20/12/2004 Desativação:
Nr. de Créditos: 6
Carga Horária
Teórica(por semana) Prática(por semana) Estudos(por semana) Duração Total
3 2 1 15 semanas 90 horas
Docente Responsável:
Haydée Fiszbein Wertzner
Objetivos
Estudar a articulação e seu processo de aquisição, considerando: 1-o nível de percepção; 2- o nível da produção; 3- o nível da organização; 4- a inter-relação dos três níveis tanto na efetivação da articulação como no processo de aquisição e, 5- a relação entre a aquisição da articulação bem como da leitura e escrita.
Justificativa
A articulação é um aspecto da comunicação que envolve as funções de fala e de linguagem. Os estudos dessa natureza tendem a ser multidisciplinares, uma vez que vários campos do conhecimento se preocupam com a linguagem, a fala, bem como com o se processo de aquisição e desenvolvimento. Portanto, integrar os conhecimentos das áreas de Fonética, Fonologia e Psicolingüística possibilita compreender melhor a articulação e, conseqüentemente, desenvolver pesquisas que possibilitem uma melhor compreensão do fenômeno em toda sua complexidade.
Conteúdo
1- Definição de articulação como função de fala e da linguagem. 2- Estudos sobre o nível da percepção da articulação. 3- Estudos sobre o nível de produção da articulação. 4- Estudos sobre o nível de organização da articulação. 5- Modelos de análise da articulação: a análise tradicional. 6- Modelos de análise da articulação: a análise dos processos fonológicos. 7- O processo de aquisição da articulação. 8- O binômio aquisição/desenvolvimento da articulação segundo o modelo tradicional. 9- O binômio aquisição/desenvolvimento da articulação segundo o modelo dos processos fonológicos. 10- A consciência fonológica na leitura e escrita. 11- A análise da leitura e escrita segundo o modelo dos processos fonológicos. 12- A relação entre articulação e escrita. A importância dessa no processo de aquisição da linguagem oral e escrita.
Forma de Avaliação
Bibliografia
BERNTHAL,J.E.;BANDSON,N.W.- Articulation Disorders.Englewood Cliffs: Prentice-Hall Inc., 1981. GOLDMAN,R.;FRISTOE,M.- Goldman-Fristoe tests of articulation Minnesota: American Guidance Service, 1986. GOSWAMI, U.- Learning about Spelling Sequences: The Role of Onsets and Rimes in Analogies in Reading.- Child Development, 62:1110-1123, 1991. HOFFMAN, P.R.- Spelling, Phonology and the Speech-Language Pathologist: A Whole Language Perspective. Language, Speech, and Hearing Services in Schools, 21:238-243, 1990. HOFFMAN,P.R.;NORRIS,J.A.- On the Nature of Phonological Development: Evidence from Normal Children's Spelling Errors.Journal of Speech and Hearing Research, 32:787-794,1989. KHAN,L.m.L.; LEWIS,N.P.-Khan-Lewis Phonological Analysis. Circle Pines: American Guidance Services Inc., 1986. INGRAM, D.- Phonological Disability in Children. London: Edward Arnold, 1976. Language Disorders. Journal of Speech and Hearing Research LOCKE,J.L- Phonological Acquisition and Change. New York: Academic Press, 1983. MENN,L.- Development of Articulatory, Phonetic and Phonological Capabilities, In Butterworth, B. Language Production, vol.2, London: Academic Press, 1983. RUSCELLO,D.M.; LOUIS, K.O.St.; Mason, N.- School-Aged Children with Phonologic Disorders: Coexistance with other Speech/Language Disorder. Journal of Speech and Hearing Research 34:236-242,1991. TOMES,L.;SHELTON,R.L. - Children's Categorization of Consonants by Manner and Place Characteristics. Journal of Speech and Hearing Research, 32:432-438,1989. WERTZNER,H.F - Articulação e suas alterações. In Kudo, A.M., et al., Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional em Pediatria. São Paulo:Sarvier,1990. WERTZNER,HAYDEE FISZBEIN. Articulação: Aquisição do sistema fonológico dos três aos sete anos. São Paulo, FFLCH,1992.(Tese de Doutoramento).
Disciplina FLL5033Psicolingüística - A Aquisição da Linguagem
Área de Concentração:
8139
Criação:
04/05/2006
Ativação:
11/05/2006
Desativação:
Nr. de Créditos:
6
Carga Horária
Teórica(por semana)
Prática(por semana)
Estudos(por semana)
Duração
Total
3
2
1
15 semanas
90 horas
Docentes Responsáveis:
Raquel Santana Santos
Elaine Bicudo Grolla
Objetivos
O presente curso tem por objetivo discutir as diferentes propostas teóricas que pretendem dar conta do processo de aquisição da linguagem e a relação entre os diversos componentes da linguagem e seu desenvolvimento, à luz de dados - fonológicos, sintáticos e semânticos - de aquisição.
Justificativa
O curso de pós-graduação em Semiótica em Lingüística Geral precisa de uma disciplina que trate das questões da aquisição da linguagem a partir não da teoria, mas dos dados de aquisição - fonológicos, sintáticos e semânticos. Trabalhando com os dados, o curso pretende fazer com que os alunos tratem criticamente as diversas teorias sobre aquisição e discutam as questões relativas ao tema.
Conteúdo
1. A psicolingüística e a aquisição da linguagem. 2. Modelos de Aquisição.2.1. modelos empiristas.2.1.1. behaviorismo.2.1.2. conexionismo.2.2. modelos racionalistas.2.2.1. inatismo.2.2.2. construtivismo.2.2.2.1. cognitivismo 2.2.2.2. interacionism.3.O processo de aquisição.3.1. bootstrapping (ancoragem) 3.1.1. intra-componentes gramaticais.3.1.2. inter-componentes gramaticais.3.2. triggers (gatilhos) .3.3. continuidade e descontinuidade.3.4. estágio e estratégia.3.5. input e interação.4. Questões metodológicas.4.1. naturalismo e experimentalismo.4.2. a unidade de análise
Forma de Avaliação
Bibliografia
ARCHIBALD, J. (1995) - Phonological Acquisition and Phonological Theory. Lawrence Earlbaum Assoc. Hillsdale, N.J MACWHINNEY, B. (1987) - Mechanisms of Language Acquisition Lawrence Earlbaum Assoc. Hillsdale, N.J. BOTTARI, P.; P. CIPRIANI & A. CHILOSI (1992) - Proto-syntactic devices. in Gen-Gen P. vol. O Université de Géneve. BRISCOE, T. (2000) - Gramatical acquisition: inductive bias and coevolution of language and the language acquisition device. in Language 76:2 Linguistic Society of America Baltimore. CHIELE, L.K. (1998) - O modelo conexionista na interface da inteligência e do aprendizado de leitura. in Letras de Hoje112. CHOMSKY, N. (1959) - Review of Verbal Behavior. in Language 35:1 CHOMSKY, N. (1965) - Aspects of the theory of syntax MIT Press, Cambridge. CHOMSKY, N. (1988) - Language and problems of knowledge. MIT Press, Cambridge. DE LEMOS, C. T. (1982) - Sobre a aquisição da linguagem e seu dilema (pecado) original. in Abralin - Boletim 3 DE LEMOS, C.T. (1989) - Uma abordagem sócio-construtivista a aquisição da linguagem: um percurso e muitas questões. in Anais do I Encontro Nacional sobre Aquisição da Linguagem. Porto Alegre. FARIA, I. & M.J. FREITAS (1995) - Studies on the Acquisition of Portuguese Colibri APL, Lisboa. FLETCHER, P & M. GARMAN (1986) - Language acquisiton - studies in first language development Cambridge University Press Cambridge, MASS. FLETCHER, P & B. MACWHINNEY (1997) - Compêndio da linguagem da Criança. Artes Médicas, Porto Alegre. GARTON, (1992) - Social interaction and the development of language. Lawrence Earlbaum Assoc. Hillsdale, N.J. HYAMS, N. (1986) - Language acquisition and the Theory of Parameters Reidel Publishing Co. INGRAM, D. (1989) First Language Acquistion: Method, Description and Explanation Cambridge University Press, Cambridge. KATO, M. (1999) - Questões atuais da aquisição de L1 na perspectiva da teoria de princípios e parâmetros. in Cadernos de Estudos Lingüísticos 36. LAMPRECHT, R. (1999) - Aquisição da linguagem - análises e questões. Editora da PUC-RS, Porto Alegre. LIGHTFOOT, D. (1989) - The child´s trigger experience: degree-0 learnability. in Behavioral and Brain Sciences . MORGAN, J. (1986) - From simple Input to Complex Grammar MIT Press, Cambridge. MORGAN, J. & K. DEMUTH (1996) - Signal to Syntax: bootstrapping from speech to grammar in early acquisition Lawrence Erlbaum Assoc. Hillsdale, N.J. PETERS, A. (1997) -The Units of Language Acquisition Cambridge University Press, Cambridge. PIAGET, J. (1986) A Linguagem e o Pensamento da Criança Martins Fontes, São Paulo PIAGET, J. & B. INHELDER (1971) - La psychologie de l´enfant PUF, Paris. PIATELLI-PALMARINI (1983) - Teorias da linguagem, teorias da aprendizagem. O debate entre Jean Piaget e Noam Chomsky. Cultrix, São Paulo. PINKER, S. (1984) - Language Learnability and Language Development Harvard University Press, Cambridge. SANTOS, R.S. (2002) - A aquisição da linguagem. in J.L. FIORIN (ORG). Introdução à Lingüística - domínios teóricos. ed. Contexto, São Paulo SCARPA, E. M. (2001) - Aquisição da linguagem. in F. MUSSALIN & A. C. BENTES (org) Introdução à Lingüística - domínios e fronteiras. Editora Cortez, São Paulo. SKINNER, B.F. (1985) - Comportamento Verbal. Cultrix, São Paulo. SLOBIN, D.I. (1980) - Psicolingüística. EDUSP/ Nacional, São Paulo. VIHMAN, M.M. (1996) - Phonological Development - the origins of language in the child Blackwell Publishers, Cambridge. VYGOTSKY, L.S. (1987) - Pensamento e LInguagem. Martins Fontes, São Paulo. YENI-KONISHIAN, G.; J. F. KAVANAGH & C.A. FERGUSON (1980) - Child Phonology- production vol. 1 NY Academic Press
Aquisicao e Desenvolvimento da Linguagem
Área de Concentração:
8139
Criação:
18/05/2003
Ativação:
18/05/2003
Desativação:
Nr. de Créditos:
6
Carga Horária
Teórica(por semana)
Prática(por semana)
Estudos(por semana)
Duração
Total
3
2
1
15 semanas
90 horas
Docente Responsável:
Lelia Erbolato Melo
Objetivos
a)Fazer inicialmente uma introdução histórica, buscando localizar as raízes e a evolução da disciplina (Psicolingüística), seguida de uma descrição do estado atual do campo.b)Em seguida, admitindo-se que a Aquisição da Linguagem constitui um dos tópicos recobertos pela Psicolingüística, a intenção é mostrar que a Aquisição da Linguagem, sendo uma área multidisciplinar, tem sido alimentada por questões advindas da Psicologia e da Lingüística. Neste sentido, serão discutidas algumas questões teóricas e metodológicas.c)Paralelamente, e tomando como ponto de referência a noção de estágio, será examinado o percurso do desenvolvimento da linguagem e do discurso narrativo por que passa a criança.d)Finalmente, serão apresentadas tendências da pesquisa em Aquisição da Linguagem, no Brasil, numa retrospectiva histórica e temática, a partir do momento em que teve início, há quase 30 anos.
Justificativa
A proposta de atualização do conteúdo e da bibliografia da disciplina Psicolingüística: processos de aquisição e desenvolvimento da linguagem reflete a necessidade de atender, sobretudo, ao interesse crescente detectado em cursos por mim ministrados, em relação ao campo de investigação sobre a aquisição e o desenvolvimento da linguagem e do discurso narrativo.
Conteúdo
1) Sobre a aquisição da linguagem: algumas questõesa) A Psicolingüística: objeto, campo e método.b)A aquisição da linguagem como um domínio da Psicolingüística.c) Principais teorias/abordagens de aquisição da linguagem.d)Sobre o conceito de estágio em aquisição da linguagem.e)Questões de metodologia em aquisição da linguagem.2) Sobre o desenvolvimento da linguagem: algumas questõesa)A noção de desenvolvimento lingüístico em questão.b)Desenvolvimento da linguagem na criança.c)Desenvolvimento do discurso narrativo na criança.d)A relação adulto-criança na aquisição da linguagem.3) Tendências nas pesquisas sobre a aquisição da linguagem no Brasil: uma retrospectiva dos últimos trinta anos e o atual estado-da-arte.4) A aquisição da linguagem e o desenvolvimento da criança à luz de questões levantadas durante o curso.
Forma de Avaliação
Bibliografia
ALBANO, E. (1987) "O psicolingüista convertido". Cadernos de Estudos Lingüísticos, n. 13. Campinas, IEL/UNICAMP: 41-8.__________. (1987) "Emergindo da ilusão reducionista em Psicolingüística". Cadernos de Estudos Lingüísticos, n. 12, Campinas: 5-14.CASTRO, M. F. P. de. (1996) O método e o dado no estudo da linguagem. Campinas, SP, Editora. da UNICAMP.CORREA, L. M. S. (1999) Aquisição da linguagem: Uma retrospectiva dos últimos trinta anos. D.E.L.T.A. São Paulo, EDUC, vol. 15: 339-383. Número especial.ELLIOT, A J. (1982) A linguagem da criança. Trad. de Vera Ribeiro. Rio de Janeiro, Zahar.FRANÇOIS, F. (1996) Práticas do oral: teorias & práticas. Diálogo, jogo e variações das figuras do sentido. Trad. de Lélia Erbolato Melo. São Paulo, Pro-Fono.LAMPRECHT, R. R. (org.) (1999) Aquisição da linguagem. Questões e análises. Porto Alegre, Edi-PUC RS.MELO, L. E. (org.) (1999) Tópicos de psicolingüística aplicada. 2ª ed. São Paulo, Humanitas/FFLCH/USP.PERRONI, M. C. (1994) Sobre o conceito de estágio em aquisição da linguagem. Cadernos de Estudos Lingüísticos, 26. Campinas, SP, UNICAMP/IEL: 7-16.______. (1992) Desenvolvimento do discurso narrativo. São Paulo, Manole.PIAGET, J. (1986) A linguagem e o pensamento da criança. 4ª ed. revista. Trad. de Manoel Campos. São Paulo, Martins Fontes.PIATELLI-PALMARINI (org.) (1983) Teorias da linguagem, teorias da aprendizagem: odebate
Disciplina FLL5021Psicolinguística Aplicada: a entrada da criança na escrita
Área de Concentração:
8139
Criação:
19/05/2005
Ativação:
19/05/2005
Desativação:
Nr. de Créditos:
6
Carga Horária
Teórica(por semana)
Prática(por semana)
Estudos(por semana)
Duração
Total
3
2
1
15 semanas
90 horas
Docente Responsável:
Lelia Erbolato Melo
Objetivos
1) Fazer inicialmente uma rápida incursão nas principais teorias sobre os modos de processamento da leitura e da escrita, não perdendo de vista os precursores da escrita (Vygotsky, Luria...). 2) Mostrar até que ponto a aprendizagem da escrita apresenta similaridades com a própria aquisição da língua oral. 3) Retomar pesquisas que procuram descrever o conhecimento sobre a escrita que as crianças já demonstram antes de ingressarem na escola e que estratégias elas usam para desenvolver suas habilidades no novo código. 4) Considerar, enfim, e parafraseando Smolka (1993: 63) que "a alfabetização é um processo discursivo: a criança aprende a ouvir; a entender o outro pela leitura; aprende a falar, a dizer o que quer pela escrita". Neste sentido, pretende-se recorrer à literatura infantil (entre outras fontes) como uma das formas de constituição da interdiscursividade, na medida em que inclui outros interlocutores - de outros lugares e de outros tempos - criando assim novas possibilidades de troca de saberes.
Justificativa
A proposta de criação desta disciplina se justifica, em primeiro lugar, como uma tentativa de enriquecer e fortalecer uma linha de pesquisa no âmbito do Programa de Pós-Graduação em Lingüística, tendo em vista que ela abre novos caminhos, tanto em termos teóricos quanto práticos, quando se pensa em atividades de docência e/ou pesquisa. Em segundo lugar, em relação ao título proposto, poderíamos dizer que, sem dúvida, abriga e convoca inúmeras pesquisas surgidas principalmente nos anos 80, direcionadas (segundo Kato et alii 1997: 17) para essa nova perspectiva de investigação "que se volta para a compreensão das conceitualizações sobre a leitura e a escrita antes do período escolar, ou seja, aquelas que emergem durante o período anterior à aquisição da leitura e escrita convencionais". Eleger pontos de vista (como da interação, da interdiscursividade...) como fios condutores do trabalho traz, por outro lado, para as implicações lingüísticas e/ou pedagógicas outros aspectos sociais e políticos, que nos levarão com certeza a reflexões e questionamentos sobre os processos envolvidos na comunicação lingüística (do tipo: "as crianças podem falar o que pensam na escola?"; "podem escrever o que falam?"; "podem escrever como falam?..."). Enfim, esse caráter teórico-prático confere à disciplina em questão a possibilidade de atender também à indiscutível diversidade de interesses e da demanda que é possível constatar hoje, sobretudo no que diz respeito à proliferação de pesquisas nas áreas da Psicolingüística e da Sociolingüística.
Conteúdo
1) Os efeitos das teorias de Piaget/Vygotsky e a contribuição atual de Bruner no processo de aprendizagem. 2) Sobre a aquisição/aprendizagem da leitura: algumas questões a) A polissemia da noção de leitura. b) Modelos de aprendizagem da leitura. c) Como a criança aprende a ler. d) Correlações entre leitura de histórias e desenvolvimento da linguagem escrita. 3) Sobre a aquisição/aprendizagem da escrita: algumas questões a) Os precursores da escrita. b) A transição entre a escrita icônica e a simbólica. c) Consciência metalingüística. d) Os processos de socialização em torno da escrita. 4) Leitura e escrita como prática discursiva: uma proposta metodológica a) A emergência do discurso na escrita inicial. b) Trabalhando a leitura e a escrita como prática discursiva. c) Observando as marcas, delineando as pistas, em busca da constituição de um estilo. d) A literatura infantil como uma perspectiva de alfabetização na pré-escola. 5) Ensino e aprendizagem da leitura e da escrita na escola à luz de questões levantadas durante o curso.
Forma de Avaliação
Bibliografia
ABAURRE, M. B. et alii (1997). Cenas de aquisição da escrita. O sujeito e o trabalho com o texto. Campinas, SP, Mercado de Letras. BRUNER, J. (1996). L'éducation, entrée dans la culture. Paris, Retz. BRAGGIO, S. L. (1992). Leitura e alfabetização: da concepção mecanicista à sociopsicolingüística. Porto Alegre, Artes Médicas. CHAVEAU, G. et alii (1993). L'enfant apprenti lecteur. L'entrée dans le système écrit. Paris, L'Harmattan, INRP. FIJALKOW, J. (1996). L'entrée dans l'écrit. Toulouse, Presses Universitaires du Mirail. FRANÇOIS, F. (1996). Práticas do oral. Diálogo, jogo e variações das figuras do sentido. Trad. de Lélia Erbolato Melo. São Paulo, Pró-Fono. GALLO, S. L. (1995). Discurso da escrita e ensino. 2ª ed. Campinas, SP., Editora da UNICAMP. KATO, M. (org.) (1988). A concepção da escrita pela criança. Campinas, SP., Pontes. KATO, M. et alii (1997). Estudos em alfabetização. Campinas, SP: Pontes; Juiz de Fora, MG: Editora da Universidade de Juiz de Fora. MORAIS, J. (1996). A arte de ler. Trad. de Álvaro Lorencini. São Paulo, Editora da UNESP. São Paulo. ORLANDI, E. at alii (1988). Leitura. Perspectivas interdisciplinares. São Paulo, Ática. ORLANDI, E. (1993). Discurso & leitura. São Paulo, Cortez. PIAGET, J. (1978). A formação do símbolo na criança. 3ª ed. Trad. de Álvaro Cabral. Rio de Janeiro, Editora Guanabara Koogan S. A. REGO, L. B. (1990). Literatura infantil: Uma nova perspectiva de alfabetização na pré-escola. ROJO, R. (org.) (1998). Alfabetização e letramento: Perspectivas lingüísticas. Campinas, SP, Mercado de Letras. SMOLKA, A. L. B. (1993). A criança na fase inicial da escrita. A alfabetização como processo discursivo. São Paulo, Cortez. TERZI, S. B. (1995). A construção da leitura: uma experiência com crianças de meios iletrados. Campinas, SP: Pontes; Editora da UNICAMP. TFOUNI, L. V. (1995). Letramento e alfabetização. São Paulo, Cortez. VYGOTSKY, L. S. (1991). A formação social da mente. 4ª ed. Trad. de José Cipolla Neto. São Paulo, Martins Fontes.
Disciplina FLL5027Teoria Fonológica I
Área de Concentração:
8139
Criação:
20/06/2000
Ativação:
18/07/2000
Desativação:
Nr. de Créditos:
6
Carga Horária
Teórica(por semana)
Prática(por semana)
Estudos(por semana)
Duração
Total
3
2
1
15 semanas
90 horas
Docente Responsável:
Paulo Chagas de Souza
Objetivos
Introduzir os fenômenos analisados na teoria fonológica e os mecanismos formais utilizados para sua análise e explicação.
Justificativa
Oferecer no Departamento de Lingüística de um curso de pós-graduação que trate das teorias fonológicas mais recentes.
Conteúdo
1. Fonética e Fonologia 2. Fonologia Estrutural 3. Fonologia Gerativa 4. Ordenação de Regras e Representações Intermediárias 5. Fonologia Lexical 6. Traços Distintivos 7. Geometria de Traços 8. Marcas e Sub-Especificação 9. Fonologia Autossegmental: Tons e Duração 10. Estrutura da Sílaba 11. Teoria CV 12. Fonologia Métrica: Acento 13. Morfologia Prosódica 14. Teoria da Otimidade: Resolução de Conflitos 15. Derivações, Restrições e Representações
Forma de Avaliação
Bibliografia
Archangeli, Diana & D. Terence Langendoen (1997). Optimality Theory. Oxford: Blackwell. Bisol, Leda (org.) (1999). Introdução a Estudos de Fonologia do Português do Brasil. Porto Alegre: EDIPUCRS. Clark, John & Colin Yallop (1995). An Introduction to Phonetics and Phonology. Oxford: Blackwell. Goldsmith, John (org.) (1995). The Handbook of Phonological Theory. Oxford: Blackwell. Goldsmith, John (1990). Autosegmental and Metrical Phonology. Oxford: Blackwell. Gussenhoven, Carlos & Haike Jacobs (1998). Understanding Phonology. Londres: Edward Arnold. Kager, René (1999). Optimality Theory. Cambridge: Cambridge University Press. Kenstowicz, Michael (1994). Phonology in Generative Grammar. Oxford: Blackwell. Roca, Iggy (1999). A Course in Phonology. Oxford: Blackwell. Roca, Iggy (1999). Workbook in Phonology. Oxford: Blackwell.
Disciplina FLL5034Teoria Fonológica: A Fonologia Supra-Segmental
Área de Concentração:
8139
Criação:
14/05/2002
Ativação:
22/05/2002
Desativação:
Nr. de Créditos:
6
Carga Horária
Teórica(por semana)
Prática(por semana)
Estudos(por semana)
Duração
Total
3
2
1
15 semanas
90 horas
Docentes Responsáveis:
Paulo Chagas de Souza
Raquel Santana Santos
Objetivos
O presente curso tem por objetivo fornecer fundamentos teóricos para a análise fonológica de fatos supra-segmentais. A análise aprofundará a discussão sobre os modelos prosódicos e métricos visando a capacitar os alunos a tratar desse tipo de fenômeno.
Justificativa
O curso de pós-graduação em Semiótica em Lingüística Geral precisa de disciplinas que discutam não apenas os aspectos segmentais da fonologia, mas também seus aspectos supra-segmentais. Através do estudo dos aspectos supra-segmentais é possível discutir a relação entre a fonologia e outros componentes da gramática, tais como morfologia, sintaxe, semântica e discurso.
Conteúdo
Elementos prosódicos e paralingüísticos - Prosódia -1.noções básicas.1.1 níveis: sílaba, pé, palavra, frase, sentença, enunciado.1.2 relações entre níveis.1.3 relações com outros componentes gramaticais.2. acento.2.1 princípios de marcação acentual.3. ritmo.3.1 princípios de organização rítmica.4. entonação.4.1.altura.4.2 . intensidade.4.3 duração.4.4 pausa.4.5 velocidade de fala.4.6 modelos de descrição: Crystal, Halliday, Pierrehumbert pausa.5. modelos: Selkirk, Nespor & Vogel - Métrica.1. noções básicas.1.1 grade vs. Árvore.1.2 relação entre níveis métricos (princípios de boa-formação das grades).2. acento.2.1. princípios de marcação acentual nos diversos níveis da grade métrica.3. modelos: Hayes, Halle & Vergnaud
Forma de Avaliação
Bibliografia
Abaurre, M.B.M. & W.L. Wetzels (1992) - "Sobre a estrutura da gramática fonológica" em Cadernos de Estudos Lingüísticos n. 23 5-18 Campinas .Arvaniti, A. ; D.R. Ladd & I. Mennen (2000) - "What is a starred tone? Evidence from Greek" em M. Broe & J. Pierrehumbert (ed.) Papers in laboratory phonology V: acquisition and the lexicon Cambridge University Press. Bailey, T.M. (1995) - Non-metrical constraints on stress tese de doutorado Universidade de Minnesota. Bisol, L. (1992) - "O acento e o pé métrico binário" em Cadernos de Estudos Lingüísticos n.22 ed. UNICAMP 69-80 Campinas . Bisol, L. (1999) - "A sílaba e seus constituintes" em M. H. M. Neves (org) Gramática do Português Falado vol. VII - novos estudos Humanitas/ ed. Unicamp. Bromberger, S. & M. Halle (1989) - "Why phonology is different" em Linguistic Inquiry vol.20 n º 1 51-70 MIT Press. Cagliari, L.C. (1999) - "A regra de atribuição de acento via afixos" em V. A. Aguilera (org) Português no Brasil: estudos fonéticos e fonológicos 11-35 edit. UEL Londrina.Cagliari, L.C. (1996) - "O acento: o problema do problema" em Estudos Lingüísticos XXV - anais de seminários do GEL 378-384 Taubaté/SP.Carvalho, J.B. (1989) - "Phonological conditions on Portuguese clitic placement: on syntactic evidence for stress and rhythm patterns" em Linguistics n.27.Chomsky, N. & M. Halle (1968) - The sound pattern of English Harper & Row.Church, K. (1992) - "Comment on computational learning models for metrical phonology" em R. Levine (ed) Formal Grammar: Theory and Implementation 318-326 Oxford University Press.Cintra, G. (1997) - "Distribuição de padrões acentuais no vocábulo em português" em Confluência vol. 5. n. 3 83-92 ed. Unesp Assis. Couper-Kuhlen (1986) - An introduction to English Prosody Londres, Edward Arnold. Croft, W. (1995) - "Intonation units and grammatical structure" em Linguistics n.33 839-882 Walter de Gruyter ed.. Cruttenden (1986) - Intonation Cambridge, CUP Crystal (1969) - Prosodic systems and intonation in English Cambridge, CUP. Dresher, B.E. & J.D. Kaye (1990) - "A computational learning model for metrical phonology" em Cognition vol. 34 137-195 Elsevier Science . Dresher, B.E. (1992) - "A learnig model for a parametric theory in phonology" em R. Levine (ed) Formal Grammar: Theory and Implementation 290-317 Oxford University Press. Frota, S. (1995) - "Clashes and prosodic domains in European Portuguese" em IFA Proceedings n.19 93-107 University of Amsterdam. Frota, S. (1996) - "Prosodic phrases and European Portuguese: in search of evidence" em Proceedings of ConSOLE III 47-69 SOLE ed. Leiden. Frota, S. (1997) - "On the prosody and intonation of Focus in European Portuguese" em F. Martinez-Gil & A. Morales (eds) Issues in the Morphology and Phonology of the Major Iberian Languages Georgetown University Press . Fudge, E. (1999) - "Words and feet" em Journal of LInguistics 273-296 Cambridge University Press. Gebara, E.M. (1976) - Alguns Aspectos da Intonação do Português dissertação de mestrado UNICAMP. Giegerich, H.J. (1985) - Metrical Phonology and Phonological Structure: German and English Cambridge: Cambridge University Press. Gussenhoven, C. & G. Bruce (1998) - "Word prosody and intonation" em H. V. Hulst (ed) Word Prosodic Systems in the Languages of Europe 233-272 Mouton de Gruyter Berlin & New York. Halle & Vergnaud (1987) - An Essay on stress Cambridge, MIT Press. Halle, M. ; J.W. Harris & J.R. Vergnaud (1991) - "Remarks and Replies: a reexamination of the stress erasure convention and Spanish stress" em Linguistic Inquiry vol. 22 n.1 141-159 MIT Press .Halliday, M.A.K. (1963) - "The tones of English" em J. Laver & Jones (org.) Phonetics in Linguistics. A booking of Readings 103-126 Longmnan Londres ed. 1997. Haraguchi, S. (1991) - A theory of Stress and Accent" Foris Pub. Dordrecht. Hayes (1995) - Metrical stress theory- principles and case studies Chicago, the University of Chicago Press . Hulst, H.V. (1995) - "Metrical Phonology" em Glot International vol. 1 n.1 3-6 .Hulst, H.V. (1997) - "Primary accent is non-metrical" em I. Vogel (ed.) Rivista di Lingüística vol.8 n.1 .Hulst, H.V. (1998) - "Word accent" em H.V. Hulst (ed.) Word Prosodic Systems in the Languages of Europe 3-116 Mouton de Gruyer Berlin & New York. Kager, R. (1995) - "The metrical theory of word stress" em J.A. Goldsmith (ed.) The Handbook of Phonological Theory 367-402 Blackwell. Ladd, D.R. (1986) - "Intonational phrasing: the case for recursive prosodic structure" em Phonology Yearbook n.3 311-340 Cambridge University Press Cambridge,UK. Ladd, D.R. (1996) - Intonational Phonology Cambridge University Press Cambridge, UK. Laver (1980) - The phonetic description of voice quality Cambridge, CUP. Lee, S.H. (1995) - Morfologia e Fonologia Lexical do Português Brasileiro tese de doutorado UNICAMP. Lee, S.H. (1999) - "Primary stress in Portuguese non-verbs" comunicação apresentada no Colóquio "Acento no Português" IEL/Unicamp. Liberman, M. & A. Prince (1977) - "On Stress and Linguistic Rhythm" em Linguistic Inquiry vol.8 n º 2 249-336 MIT Press. Massini-Cagliari, G. (1994) - "Por uma fonologia métrico-prosódica" em Anais Lingüísticos do XXIII GEL vol. 2 934-941 São Paulo. Massini-Cagliari (1999a) - Do poético ao lingüístico no ritmo dos trovadores: três momentos da história do acento Araraquara: FCL. Massini-Cagliari, G. (1999b) - "O conceito de pé como unidade rítmica: trajetória" em Scarpa, E.M. Estudos de Prosódia 113-140 edit. da Unicamp. Massini-Cagliari, G. (1999c) - "Acento em português: uma abordagem métrica" em V. A. Aguilera (org) Português no Brasil: estudos fonéticos e fonológicos 37-58 edit. UEL Londrina. Moraes, J.A. (1987) - "Índices acústicos do acento lexical em português. Um estudo instrumental" manuscrito, versão integral em português de "Correlats acoustiques de l'accent de mot en Portugais Brésilien" em Proceedings of the International Congress of Phonetic Sciences vol.3 313-316 Tallin, Estônia, URSS. Moraes, J.A. (1999) - "Intonation in Brazilian Portuguese" em D. Hirst & A. di Cristo (eds) Intonation Systems: a survey of twenty languages. Nespor, M. (1999) - "Stress domains" em H.v.d. Hulst (ed) Word Prosodic Systems in the Languages of Europe 117-159 Mouton de Gruyter. Nespor & Vogel (1986) - Prosodic Phonology Dordrecht: Foris Publications. Pereira, M.I.P. (1999) - O Acento de Palavra em Português - uma análise métrica tese de doutorado Coimbra Pierrehumbert (1987) - The phonology and phonetics of English intonation. Indiana University Linguistics Club.. Roca, I.M. (1992) - "On the sources of word prosody" em Phonology n.9 267-287 Cambridge University Press . Sândalo, F. & H. Truckenbrodt (2001) - "Some notes on Phonological Phrasing in Brasilian Portuguese" manuscrito submetido ao MIT Working Papers in Linguistics. Selkirk, E.O. (1984) - Phonology and Syntax: The relation between sound and structure The MIT Press Cambridge, MA. Selkirk, E.O. (1986) - "On derived domains in sentence phonology" em Phonology Yearbook n.3 371-405 Cambridge University Press Cambridge. Selkirk, E.O. (1995) - "Sentence prosody: intonation, stress, and phrasing" em J. Goldsmith (ed.) The Handbook of Phonological Theory 550-569 Blackwell Publishers ltd. Oxford. Steedman, M. (1991) - "Structure and Intonation" em Language vol. 67 n.2 260-295 Linguistic Society of America Waverly Press Inc. Baltimore, MD.
Disciplina FLL5036Teoria Fonológica: Fonética e Fonologia
Área de Concentração:
8139
Criação:
14/05/2002
Ativação:
22/05/2002
Desativação:
Nr. de Créditos:
6
Carga Horária
Teórica(por semana)
Prática(por semana)
Estudos(por semana)
Duração
Total
3
2
1
15 semanas
90 horas
Docentes Responsáveis:
Paulo Chagas de Souza
Raquel Santana Santos
Objetivos
O presente curso tem por objetivo fornecer fundamentos teóricos para a análise fonológica das línguas naturais. O curso dará especial atenção para os modelos de fonologia estrutural, gerativa e lexical
Justificativa
O curso de pós-graduação em Semiótica em Lingüística Geral precisa de uma disciplina que trate dos fundamentos da fonologia e de sua relação com a fonética. Além das bases em fonologia, o curso pretende dar instrumentos para os alunos realizarem análises dentro dos modelos da fonologia gerativa e fonologia lexical.
Conteúdo
1. Fonética. 1.1. Fundamentos da fonética articulatória. 1.1.1. O quadro fonético de Chomsky & Halle. 1.2. Fundamentos da fonética acústica. 1.2.1. O quadro fonético de Jakobson, Fant & Halle. 1.3. Fones e traços distintivos. 1.4. Transcrição fonética. 2. Fonêmica. 2.1. Fonema, alofone e arquifonema. 2.2. Contexto e distribuição. 2.3. Procedimentos para uma análise fonêmica. 3. Fonologia gerativa. 3.1. Ordenação de regras e representações intermediárias. 4. Fonologia lexical. 4.1. A noção de níveis fonológicos. 4.2. Regras fonológicas, categorias lexicais e morfologia
Forma de Avaliação
Bibliografia
Abercrombie, David (1967). Elements of General Phonetics. Edinburgh: Edinburgh University Press. Bisol, Leda (org.) (1999). Introdução a Estudos de Fonologia do Português do Brasil. Porto Alegre: EDIPUCRS. Cagliari, Luiz Carlos (1997). Análise Fonológica: Introdução à Teoria e à Prática com Especial Destaque para o Modelo Fonêmico. Campinas: Edição do Autor. Cagliari, Luiz Carlos (1997). Fonologia do Português: Análise pela Geometria de Traços. Campinas: Edição do Autor. (Parte I) . Cagliari, Luiz Carlos (1999). Fonologia do Português: Análise pela Geometria de Traços e pela Fonologia Lexical. Campinas: Edição do Autor. (Parte II). Chomsky, Noam & Morris Halle (1968). The Sound Pattern of English. Cambridge, MA: MIT Press. Clark, John & Colin Yallop (1995). An Introduction to Phonetics and Phonology. Oxford: Blackwell. Goldsmith, John (1990). Autosegmental and Metrical Phonology. Oxford: Blackwell. Goldsmith, John (org.) (1995). The Handbook of Phonological Theory. Oxford: Blackwell. International Phonetic Association (1999). Handbook to the International Phonetic Alphabet. Cambrige: Cambridge University Press. Jakobson, Roman, Gunnar Fant & Morris Halle (1952). Preliminaries to Speech Analysis. Cambridge, MA: MIT Press. Kager, René (1999). Optimality Theory. Cambridge: Cambridge University Press. Kenstowicz, Michael (1994). Phonology in Generative Grammar. Oxford: Blackwell. Kiparsky, P. XXXXXXXXX Ladefoged, Peter (1982). A Course in Phonetics. New York: Hartcourt Brace Jovanovitch. Ladefoged, Peter & Ian Maddieson (1996). The Sounds of the World's Languages. Oxford: Blackwell. Ladefoged, Peter (2000). Vowels and Consonants: An Introduction to the Sounds of Languages. Oxford: Blackwell. Laver, John (1994). Principles of Phonetics. Cambridge: Cambridge University Press. Mateus, Maria Helena Mira & D'Andrade, Ernesto (2000). Portuguese Phonology. Oxford: Oxford University Press. McCarthy, John (1988). Feature Geometry and Dependency Theory: A Review. Phonetica 43: 84-108. Roca, Iggy & Wyn Johnson (1999). A Course in Phonology. Oxford: Blackwell. Stevens, Kenneth (2000). Acoustic Phonetics. Cambridge, MA: MIT Press.
Disciplina FLL5065Variação e Mudança Lingüística - Fatores Internos
Área de Concentração:
8139
Criação:
01/12/2006
Ativação:
19/12/2006
Desativação:
Nr. de Créditos:
4
Carga Horária
Teórica(por semana)
Prática(por semana)
Estudos(por semana)
Duração
Total
3
2
1
10 semanas
60 horas
Docente Responsável:
James Walker
Objetivos
Este curso objetiva passar em revista o trabalho na variação e mudança lingüística, com foco específico no condiciamento da variação pelos fatores internos à linguagem e na aplicação do método variacionista de análise lingüística.
Justificativa
Nas últimas duas décadas, os estudos lingüísticos que enfocam a variação se desenvolveram surpreendentemente, sobretudo nos Estados Unidos, Canadá e Europa, mas também no Brasil. Num curso de pós-graduação em Lingüística, é imperiosa a tarefa de passar em revista a evolução dos estudos variacionistas, a fim de discutir como se estuda a relação entre fenômenos lingüísticos e fenômenos sociais, por um lado, e a fim de compreender o quadro teórico em que tal relação é analisada. O curso proposto para credenciamento na Pós-Graduação deverá permitir tal discussão e, conseqüentemente, ampliar e aprofundar o leque da formação de seus alunos, colocando-os em sintonia com os desenvolvimentos mais recentes dessa área da Lingüística.
Conteúdo
Os métodos de coletar e manipular os dados; a variável lingüística e o contexto variável; a análise das regras variaveis; variacão fonológica; variação gramatical; variacão pragmática e em discurso; mudança lingüística; gramaticalização.
Forma de Avaliação
Bibliografia
Bayley, R. 2002. The quantitative paradigm. In J.K. Chambers, P. Trudgill & N. Schilling-Estes (eds.), The Handbook of Language Variation and Change. Oxford and Malden, MA: Blackwell, 117-41. Guy, G. 1993. The quantitative analysis of linguistic variation. In D. Preston (ed.), American Dialect Research. Amsterdam: Benjamins, 223-49. Guy, G. & Boberg, C. 1997. Inherent variability and the Obligatory Contour Principle. Language Variation and Change 9, 149-64. Kroch, A. 1989a. Function and grammar in the history of periphrastic do. In R. Fasold & D. Schiffrin (eds.), Language Change and Variation. Amsterdam: Benjamins, 133-72. Kroch, A. 1989b. Reflexes of grammar in patterns of language change. Language Variation and Change 1, 199-244. Labov, W. 1984. Field methods of the project on linguistic change and variation. In J. Baugh & J. Sherzer (eds.), Language in Use: Readings in Sociolinguistics. Englewood Cliffs, N.J.: Prentice-Hall. 28-54. Meechan, M. & Foley, M. 1994. On resolving disagreement: Linguistic theory and variation — There's bridges. Language Variation and Change 6, 63-85. Poplack, S. & Tagliamonte, S. 1996. Nothing in context: Variation, grammaticization and past time marking in Nigerian Pidgin English. In P. Baker (ed.), Changing meanings, changing functions. Papers relating to grammaticalization in contact languages. Westminster, UK: University of Westminster Press, 71-94. Poplack, S. & Tagliamonte, S. 1999. The grammaticization of going to in (African American) English. Language Variation and Change 12, 315-42. Poplack, S. (1989). The care and handling of a megacorpus: The Ottawa-Hull French Project. In R. Fasold & D. Schiffrin (eds.), Language Change and Variation. Amsterdam: Benjamins, 411-51. Sankoff, D. 1988. Sociolinguistics and syntactic variation. In F.J. Newmeyer (ed.), Linguistics: The Cambridge Survey. Cambridge: Cambridge University Press, 140-61. Sankoff, G. 1980. A quantitative paradigm for the study of communicative competence. In The Social Life of Language. Philadelphia: University of Pennsylvania Press, 47-79. Sankoff, G. 1990. The grammaticalization of tense and aspect in Tok Pisin and Sranan. Language Variation and Change 2, 295-312.Torres Cacoullos, R. & Walker, J.A. in press. On the persistence of grammar in discourse: A varationist study of that. Journal of Linguistics. Walker, J.A. in press. “There’s bears back there”: Plural existentials and vernacular universals in (Quebec) English. English World-Wide. Walker, J.A. & Meechan, M. 1999. The decreolization of Canadian English: Copula contraction and prosody. In J. Jensen & G. Van Herk (eds.), Proceedings of the Canadian Linguistic Association 1998. Ottawa: Department of Linguistics, University of Ottawa. Wolfram, W. 1993. Identifying and interpreting variables. In D. Preston (ed.), American Dialect Research. Amsterdam: Benjamins, 193-221. Young, R. & Bayley, R. 1996. VARBRUL analysis for second language acquisition research. Second Language Acquisition and Linguistic Variation. Amsterdam/Philadelphia: Benjamins, 253
Programa exige um número pequeno de disciplinas obrigatórias - o número mínimo de créditos em disciplinas é de 24 para o mestrado e de mais 8 para o doutorado. Essas exigências são normalmente cumpridas por quatro disciplinas no mestrado e por mais duas no doutorado. Ao mesmo tempo, o programa exige um número relativamente grande de créditos de Leituras Programadas, feitas sob a supervisão do orientador (42 créditos para o mestrado e mais 58 para o doutorado). Não existem disciplinas obrigatórias e o percurso de cada discente é decidido em conjunto com seu orientador. O objetivo é que o aluno faça de sua pós-graduação um aprendizado da pesquisa, que se dá em um percurso individualizado de construção do conhecimento.Clique aqui para consultar as disciplinas pelo sistema FÊNIXWEB, que permite ao usuário consultar todas as disciplinas oferecidas pela Universidade, bem como realizar sua matrícula nas disciplinas desejadas.
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ESTRUTURA
ÁREA: ESTUDOS DA LINGUAGEM
Especialidades:1. LINGÜÍSTICA APLICADA2. TEORIAS DO TEXTO E DO DISCURSO3. TEORIA E ANÁLISE LINGÜÍSTICA
Linhas de Pesquisa:1. AQUISIÇÃO DA LINGUAGEM 2. LEXICOGRAFIA E TERMINOLOGIA: RELAÇÕES TEXTUAIS 3. ANÁLISES TEXTUAIS E DISCURSIVAS 4. FONOLOGIA E MORFOLOGIA 5. GRAMÁTICA, SEMÂNTICA E LÉXICO 6. LINGUAGEM NO CONTEXTO SOCIAL
ÁREA: ESTUDOS DA LITERATURA
Especialidades:1. LITERATURA COMPARADA2. LITERATURAS BRASILEIRA, PORTUGUESA E LUSO-AFRICANAS3. LITERATURAS ESTRANGEIRAS MODERNAS
Linhas de Pesquisa:1. ESTUDOS CULTURAIS 2. ESTUDOS LITERÁRIOS E CULTURAIS DE GÊNERO 3. LITERATURA, IMAGINÁRIO E HISTÓRIA 4. RELAÇÕES INTERLITERÁRIAS E TRADUÇÃO 5. TEORIAS LITERÁRIAS E INTERDISCIPLINARIDADE
ELENCO DE DISCIPLINAS
Denominação - Disciplinas Opcionais Comuns (DOC)
Código
Créditos
Seminário de Pesquisa
LET00001
02 ou 04
Cursos Livres
LET00002
01 ou 02
Leituras Dirigidas
LET00003
02 ou 04
ÁREAS: ESTUDOS DA LINGUAGEMEspecialidade: Lingüística Aplicada
Denominação - Disciplinas Específicas (DE)
Código
Créditos
Tópicos em Aquisição de Segunda Língua
LIN00003
04
Lingüística Aplicada
LIN00004
04
Ensino e Aprendizagem de Língua Estrangeira
LIN00006
04
Tópicos em Aquisição de Língua Materna
LIN00009
04
Bilingüismo e Línguas em Contato
LIN00019
04
O Uso da Linguagem em Interação Social
LIN00022
04
Língua e Sociedade
LIN00021
04
Linguagem e Escola
LIN00043
04
Ensino e Aprendizagem de Língua Materna
LIN00039
04
Seminário de Aquisição da Linguagem
LIN00030
02/04
Seminário de Linguagem no Contexto Social
LIN00048
02/04
Seminário de Lingüística Aplicada
LIN00049
02/04
Obs.: Na especialidade de Lingüística Aplicada todo mestrando deve cursar, no mínimo, 08 (oito) créditos em disciplinas da respectiva Especialidade.
Especialidade: Teorias do Texto e do Discurso
Denominação - Disciplina Obrigatória (DO)
Código
Créditos
Lingüística Geral
LIN00001
04
Linha de Pesquisa: Análises Textuais e Discursivas
Denominação - Disciplinas Específicas (DE)
Código
Créditos
Fundamentos da Análise do Discurso
LIN00010
04
Teoria da Análise do Discurso
LIN00017
04
Semântica Argumentativa
LIN00014
04
Fundamentos em Teoria da Enunciação
LIN00040
04
Denominação - Disciplinas Opcionais (DOp)
Código
Créditos
Pragmática: Enunciação e Sentido
LIN00013
04
Teoria do Texto
LIN00018
04
Discurso e Sintaxe
LIN00038
04
Leitura em Contraponto
LIN00042
04
Aspectos Metodológicos da Pesquisa em Análise do Discurso
LIN00060
02
Topói, Polifonia e Argumentação
LIN00058
04
Linha de Pesquisa: Lexicografia e Terminologia: Relações Textuais
Denominação - Disciplinas Específicas (DE)
Código
Créditos
Fundamentos de Terminologia
LIN00024
04
Fundamentos de Lexicografia
LIN00035
04
Denominação - Disciplinas Opcionais (DOp)
Código
Créditos
Seminário de Pesquisa em Terminologia
LIN00052
04
Tópicos de Lexicografia Bilíngüe
LIN00056
02
Pesquisa Lingüística em Corpus
LIN00044
02
Tópicos de Terminologia Textual
LIN00057
04
A Fraseologia e suas Interfaces
LIN00059
04
Seminário de Pesquisa em Semântica Cognitiva
LIN00051
04
Obs.: Na especialidade de Teorias do Texto e do Discurso todo mestrando deve cursar, além da disciplina obrigatória, no mínimo, 08 (oito) créditos em disciplinas da respectiva Linha de Pesquisa.Especialidade: Teoria e Análise Lingüística
Denominação - Disciplina Obrigatória (DO)
Código
Créditos
Morfologia
LIN00025
04
Fonologia
LIN00033
04
Sintaxe
LIN00032
04
Estudos do Léxico *
LIN00031
04
Teoria da Variação **
LIN00034
04
Linha de Pesquisa: Semântica, Gramática e Léxico
Denominação - Disciplinas Específicas (DE)
Código
Créditos
Gramática Histórica
LIN00041
04
Semântica
LIN00045
04
Seminário de Sintaxe
LIN00054
04
Seminário de Léxico
LIN00047
04
Seminário de Semântica
LIN00053
04
Linha de Pesquisa: Fonologia e Morfologia
Denominação - Disciplinas Específicas (DE)
Código
Créditos
Seminário de Fonologia
LIN00046
04
Seminário de Morfofonologia
LIN00050
04
Seminário de Variação e Mudança Fonológica
LIN00055
04
Obs.: Na especialidade de Teoria e Análise Lingüística todo mestrando deve cursar, além dos 16 (dezesseis) créditos em disciplinas obrigatórias, no mínimo, 04 (quatro) créditos em disciplina da respectiva Linha de Pesquisa.* Obrigatória para a Linha de Pesquisa: Semântica, Gramática e Léxico e opcional para a Linha de Pesquisa: Fonologia e Morfologia** Obrigatória para a Linha de Pesquisa: Fonologia e Morfologia e opcional para a Linha de Pesquisa: Semântica, Gramática e Léxico
ÁREA DE ESTUDOS DE LITERATURA
Denominação - Disciplina Obrigatória (DO)
Código
Créditos
Tópicos de Teoria da Literatura *
LIT00001
04
* Obrigatória para as Especialidades de LC e LEM e Obrigatória Alternativa para a Especialidade de LBPLA
Especialidade: Literaturas Brasileira, Portuguesa e Luso-Africanas
Denominação - Disciplina Obrigatória Alternativa (DOA)
Código
Créditos
Teoria e Crítica da Literatura Brasileira
LIT00009
04
Denominação - Disciplinas Específicas (DE)
Código
Créditos
Literatura do Rio Grande do Sul
LIT00003
04
Literatura Dramática Brasileira
LIT00004
04
O Conto Brasileiro
LIT00005
04
O Ensaio no Brasil
LIT00006
04
O Romance Brasileiro
LIT00007
04
Poesia Moderna Brasileira
LIT00008
04
Trajetórias da Narrativa Brasileira
LIT00010
04
Trajetórias da Poesia Brasileira
LIT00011
04
Literatura Portuguesa Contemporânea
LIT00014
04
Literaturas Luso-Africanas
LIT00015
04
Tradição e Modernidade nas Literaturas de Expressão Portuguesa
LIT00055
04
Trajetórias da Literatura Portuguesa
LIT00058
04
Denominação - Disciplinas Opcionais (DOp)
Código
Créditos
Seminário de Autor
LIT00016
04
Obs.: Na especialidade de Literaturas Brasileira, Portuguesa e Luso-Africanas todo mestrando deve cursar, além da disciplina obrigatória alternativa, no mínimo, 08 (oito) créditos em disciplinas da especialidade.Especialidade: Literatura Comparada
Denominação - Disciplinas Específicas (DE)
Código
Créditos
Ficção Latino-Americana I
LIT00019
04
Ficção Latino-Americana II
LIT00020
04
Gênero, Narrativa e Cultura I
LIT00022
04
Gênero, Narrativa e Cultura II
LIT00023
04
Literatura Comparada: intertextualidade e interdisciplinaridade
LIT00024
04
Comparatismo, Crítica e História Literária
LIT00059
04
Literatura Comparada e Lugares do Imaginário
LIT00060
04
Literatura Comparada e Tradução
LIT00061
04
Literatura Comparada e Teorias
LIT00057
04
Literatura e Outras Linguagens
LIT00054
04
Literatura Comparada, Fronteiras, Regionalismos na América Latina
LIT00062
04
Seminário Avançado de Estudos Literários
LIT00063
04
Denominação - Disciplinas Opcionais (DOp)
Código
Créditos
Literatura e Mito
LIT00027
04
Seminário de Estudos Comparados
LIT00056
04
Obs.: Na especialidade de Literatura Comparada todo mestrando deve cursar, além da disciplina obrigatória, no mínimo, 08 (oito) créditos em disciplinas da especialidade.Especialidade: Literaturas Estrangeiras Modernas(ênfase: Literaturas de Língua Inglesa, Literaturas Francesa e Francófonas, Literaturas de Língua Alemã e Literaturas de Língua Espanhola)
Denominação - Disciplinas Específicas (DE)
Código
Créditos
Literaturas Estrangeiras Modernas e os Média I
LIT00064
04
Literaturas Estrangeiras Modernas e os Média II
LIT00065
04
Literatura e História nas LEM I
LIT00066
04
Literatura e História nas LEM II
LIT00052
04
Configurações do Real e do Imaginário nas LEM
LIT00053
04
As representações de Gênero e as Categorias da Diferença nas LEM
LIT00067
04
As LEM: entre Identidade e Hibridismo
LIT00068
04
Diálogos Interliterários e Transposições Textuais nas LEM
LIT00069
04
Tendências Teórico-Críticas nas LEM
LIT00070
04
Gênero e Narrativa: posições de sentido, identificação e desejo
LIT00071
04
Denominação - Disciplinas Opcionais (DOp)
Código
Créditos
Seminário de Autor
LIT00016
04
Obs.: Na especialidade de Literaturas Estrangeiras Modernas todo mestrando deve cursar, no mínimo, 08 (oito) créditos em disciplinas da respectiva Ênfase.
Observação para todas as Especialidades: Cumpridas as especificidades da Especialidade e Linha de Pesquisa, em termos de disciplina(s) obrigatória(s) e específica(s), se for o caso, não há impedimento para matrícula em disciplinas de outra especialidade. No caso, os créditos serão computados para fins de cumprimento da exigência regimental.
segunda-feira, 27 de agosto de 2007
COMO RESENHAR OS ENSAIOS DE AQUISIÇÃO DA LINGUAGEM

UVA – Curso de Letras - Disciplina Leitura e Escrita – prof. Vicente Martins – 2006.2 em 2007.1
I – DA TEORIA PARA A PRÁTICA: ATIVIDADES ACADÊMICAS PARA O DESENVOLVIMENTO DAS AULAS PRESENCIAIS
Para o desenvolvimento desta parte da disciplina, o aluno deverá elaborar resenhas e artigos sobre os temas estudados. Entregues os artigos, em CD, seguindo os padrões de normatização da ABNT bem como obedecendo os princípios éticos (citar a fonte quando o texto não for seu). Eis então os parâmetros:
1.1. Para a elaboração das resenhas (fontes para os seminários temáticos em sala de aula):
ORIENTAÇÃO PARA A ELABORAÇÃO DAS RESENHAS E PARA O MELHOR APROVEITAMENTO DAS LEITURAS
Lembre-se do que é uma Resenha: é uma apreciação crítica de um texto qualquer em que você, com suas próprias palavras, demonstra não somente ter compreendido o texto, mas exercido sobre ele um julgamento crítico. Você não é obrigado(a) a fazer menção de todas as idéias do texto, apenas aquelas que sirvam de ilustração ao seu raciocínio.
A Resenha que solicito para cada um textos básicos que compõem o programa da disciplina deverá ser até 02 (duas) laudas, utilizando-se para isso da fonte Times New Roman, nº 12.
Elabore as resenhas até antes da discussão em sala de aula para que aquela possa ser bem mais proveitosa, além do que as aulas se tornem mais participativa. Lembre-se que o caráter participativo da aula depende muito das leituras dos textos. Não deixe, portanto, para elaborar a resenha após a discussão da mesma.
Entregue as resenhas ao professor após os momentos em que cada uma delas será discutida. Sugestão: não acumule resenhas, não deixe para depois; entregue cada uma após o seu correspondente momento de discussão.
Entregue cada resenha unicamente na forma “digitada”; nunca “manuscrita”.
Coloque apenas o seu nome na Resenha, de preferência logo abaixo do título, margeada no lado direito da página.
Leia quantas vezes for necessário cada texto, sem pressa, fazendo as devidas anotações, apreciações, comentários, críticas, etc, ao lado do próprio texto ou em folha separada. Sugiro que leia mais de uma vez, no mínimo, cada texto.
Lembre-se que: 1. não se faz uma boa formação sem leituras; 2. nunca lemos suficientemente, ou seja, toda leitura que fazermos devemos considerar ainda pouco; 3. nos tornamos melhores em tudo quando lemos.
1.2. Para os artigos:
Artigos: Conforme a NBR 6022/2003 artigo é parte de uma publicação com autoria declarada, que apresenta e discute idéias, métodos, técnicas, processos e resultados nas diversas áreas do conhecimento. O artigo tem como objetivo divulgar estudos e pesquisas no meio científico visando à evolução do conhecimento e das ciências. (veja, nas bibliotecas ou indicadas pelo professor, modelos de artigos publicados em revistas). Os artigos deverão ter 6 a 10 páginas, digitados e entregues gravados em CD, juntamente com uma cópia impressa. Os artigos deverão ser elaborados em grupos de quatro alunos (livremente escolhidos entre os pares). Observação muito importante: todos os textos adotados pelo professor Vicente Martins, para a presente disciplina, deverão ser obrigatoriamente citados nos artigos abaixo indicados e deverão, poi,s constar, na lista de referência bibliográfica.
1.2.1. Artigo- Como desenvolver a aprendizagem de leitura em sala de aula - Data da entrega: 1/3/2007
1.2.2. Artigo – Como desenvolver a compreensão leitora em sala de aula - Data da entrega: 1/3/2007
1.2.3. Artigo - Como explorar a memória para a compreensão leitora em sala de aula - Data da entrega: 8/3/2007
1.2.4. Artigo – Como avaliar a expressão oral dos alunos em sala de aula - Data da entrega: 8/3/2007
1.2.5. Artigo – Como avaliar a leitura para aprender a ler em sala de aula - Data da entrega: 15/3/2007
1.2.6. Artigo - Como avaliar a escrita para aprender a escrever em sala de aula - Data da entrega: 15/3/2007
1.2.7. Artigo – Como identificar as dificuldades de leitura em sala de aula - Data da entrega: 22/03/2007
1.2.8. Artigo – Como lidar com as dificuldades de leitura em sala de aula - Data da entrega: 22/03/2007
1.2.9. Artigo – Como lidar com as dificuldades de escrita em sala de aula - Data da entrega: 29/03/2007
1.2.10. – Como melhorar a formação acadêmica dos alfabetizadores em leitura - Data da entrega: 29/03/2007
II – DA PRÁTICA PARA A TEORIA: CRENÇAS DOS PROFESSORES SOBRE O ENSINO DA LEITURA
Esta segunda parte da disciplina é individual e tem uma natureza eminentemente prática. O objetivo da pesquisa é conhecer a estrutura interna das crianças dos professores do ensino fundamental (do 1º ano inicial ao 9º ano, ou da 1ª a 8ª série) sobre o ensino-aprendizagem da leitura. Para tanto, cada aluno aplicará, na escola, um instrumento batizado de QUELÊ (Questionário sobre o Ensino de Leitura) para medição das crenças dos professores sobre o ensino de leitura (no empirismo moderno, crença é a disposição meramente subjetiva a considerar algo certo ou verdadeiro, por força do hábito ou da vivacidade das impressões sensíveis. Cada aluno-pesquisador aplicará a uma amostra de 10 professores de ensino fundamental das rede estadual ou municipal de ensino em sua cidade. Os professores devem ser bem caracterizados (nome completo, idade, residência, formação superior, há quanto tempo ensina na escola, a escola se pública municipal ou estadual, série em que atua e mais informações sobre o trabalho docente para melhor caracterizá-lo). As perguntas abaixo devem ser redigitadas e preparadas em folha própria (com indicação da UVA, nome da disciplina, professor, data de aplicação do questionário bem como o local e visualmente bem diagramada)
Eis as perguntas a serem feitas aos professores: Após a alternativa, deverá ser oferecidas as seguintes alternativas: a. ( ) – Concordo plenamente / b. ( ) – Concordo/ c. ( ) Neutro / d. ( ) Não concordo/ e. ( ) Não concordo plenamente
Que a forma mais eficaz de aprender a ler consiste em ensinar primeiro a correspondência entre letra-som.
a. ( ) – Concordo plenamente b. ( ) – Concordo c. ( ) Neutro
d. ( ) Não concordo e. ( ) Não concordo plenamente
Para mim é melhor,ao trabalhar a leitura, primeiro ensinar os fonemas (vogais, consoantes e semivogais) para passar logo às sílabas e popsteriormente às palavras e ou frases.
Quando uma criança não conhece uma palavra, creio que se lhe deveria ensinar a pronunciar cada uma de suas partes.
Quando ensino a ler fonema a fonema considero melhor apoiar-me em gestos e movimentos com as mãos.
Penso que a todas as crianças se lhes deveria ensinar de maneira sistemática as correspondências letra-som
A meu entender quando se ensinar a ler é importante que os alunos descubram as palavras pelo contexto.
Creio que o uso do contexto é uma ajuda importante no reconhecimento das palavras e deveria trabalhar-se mais que o reconhecimento de palavras isoladas.
Creio que um indicador importante do progresso leitor é que os alunos usem a leitura como processo de comunicação
Creio que, se cada palavra de um texto é pronunciada com exatidão, a criança poderá compreender melhor o que lê.
Creio que pronunciar mal uma palavra é um indicador de que a criança não sabe seu significado.
I – DA TEORIA PARA A PRÁTICA: ATIVIDADES ACADÊMICAS PARA O DESENVOLVIMENTO DAS AULAS PRESENCIAIS
Para o desenvolvimento desta parte da disciplina, o aluno deverá elaborar resenhas e artigos sobre os temas estudados. Entregues os artigos, em CD, seguindo os padrões de normatização da ABNT bem como obedecendo os princípios éticos (citar a fonte quando o texto não for seu). Eis então os parâmetros:
1.1. Para a elaboração das resenhas (fontes para os seminários temáticos em sala de aula):
ORIENTAÇÃO PARA A ELABORAÇÃO DAS RESENHAS E PARA O MELHOR APROVEITAMENTO DAS LEITURAS
Lembre-se do que é uma Resenha: é uma apreciação crítica de um texto qualquer em que você, com suas próprias palavras, demonstra não somente ter compreendido o texto, mas exercido sobre ele um julgamento crítico. Você não é obrigado(a) a fazer menção de todas as idéias do texto, apenas aquelas que sirvam de ilustração ao seu raciocínio.
A Resenha que solicito para cada um textos básicos que compõem o programa da disciplina deverá ser até 02 (duas) laudas, utilizando-se para isso da fonte Times New Roman, nº 12.
Elabore as resenhas até antes da discussão em sala de aula para que aquela possa ser bem mais proveitosa, além do que as aulas se tornem mais participativa. Lembre-se que o caráter participativo da aula depende muito das leituras dos textos. Não deixe, portanto, para elaborar a resenha após a discussão da mesma.
Entregue as resenhas ao professor após os momentos em que cada uma delas será discutida. Sugestão: não acumule resenhas, não deixe para depois; entregue cada uma após o seu correspondente momento de discussão.
Entregue cada resenha unicamente na forma “digitada”; nunca “manuscrita”.
Coloque apenas o seu nome na Resenha, de preferência logo abaixo do título, margeada no lado direito da página.
Leia quantas vezes for necessário cada texto, sem pressa, fazendo as devidas anotações, apreciações, comentários, críticas, etc, ao lado do próprio texto ou em folha separada. Sugiro que leia mais de uma vez, no mínimo, cada texto.
Lembre-se que: 1. não se faz uma boa formação sem leituras; 2. nunca lemos suficientemente, ou seja, toda leitura que fazermos devemos considerar ainda pouco; 3. nos tornamos melhores em tudo quando lemos.
1.2. Para os artigos:
Artigos: Conforme a NBR 6022/2003 artigo é parte de uma publicação com autoria declarada, que apresenta e discute idéias, métodos, técnicas, processos e resultados nas diversas áreas do conhecimento. O artigo tem como objetivo divulgar estudos e pesquisas no meio científico visando à evolução do conhecimento e das ciências. (veja, nas bibliotecas ou indicadas pelo professor, modelos de artigos publicados em revistas). Os artigos deverão ter 6 a 10 páginas, digitados e entregues gravados em CD, juntamente com uma cópia impressa. Os artigos deverão ser elaborados em grupos de quatro alunos (livremente escolhidos entre os pares). Observação muito importante: todos os textos adotados pelo professor Vicente Martins, para a presente disciplina, deverão ser obrigatoriamente citados nos artigos abaixo indicados e deverão, poi,s constar, na lista de referência bibliográfica.
1.2.1. Artigo- Como desenvolver a aprendizagem de leitura em sala de aula - Data da entrega: 1/3/2007
1.2.2. Artigo – Como desenvolver a compreensão leitora em sala de aula - Data da entrega: 1/3/2007
1.2.3. Artigo - Como explorar a memória para a compreensão leitora em sala de aula - Data da entrega: 8/3/2007
1.2.4. Artigo – Como avaliar a expressão oral dos alunos em sala de aula - Data da entrega: 8/3/2007
1.2.5. Artigo – Como avaliar a leitura para aprender a ler em sala de aula - Data da entrega: 15/3/2007
1.2.6. Artigo - Como avaliar a escrita para aprender a escrever em sala de aula - Data da entrega: 15/3/2007
1.2.7. Artigo – Como identificar as dificuldades de leitura em sala de aula - Data da entrega: 22/03/2007
1.2.8. Artigo – Como lidar com as dificuldades de leitura em sala de aula - Data da entrega: 22/03/2007
1.2.9. Artigo – Como lidar com as dificuldades de escrita em sala de aula - Data da entrega: 29/03/2007
1.2.10. – Como melhorar a formação acadêmica dos alfabetizadores em leitura - Data da entrega: 29/03/2007
II – DA PRÁTICA PARA A TEORIA: CRENÇAS DOS PROFESSORES SOBRE O ENSINO DA LEITURA
Esta segunda parte da disciplina é individual e tem uma natureza eminentemente prática. O objetivo da pesquisa é conhecer a estrutura interna das crianças dos professores do ensino fundamental (do 1º ano inicial ao 9º ano, ou da 1ª a 8ª série) sobre o ensino-aprendizagem da leitura. Para tanto, cada aluno aplicará, na escola, um instrumento batizado de QUELÊ (Questionário sobre o Ensino de Leitura) para medição das crenças dos professores sobre o ensino de leitura (no empirismo moderno, crença é a disposição meramente subjetiva a considerar algo certo ou verdadeiro, por força do hábito ou da vivacidade das impressões sensíveis. Cada aluno-pesquisador aplicará a uma amostra de 10 professores de ensino fundamental das rede estadual ou municipal de ensino em sua cidade. Os professores devem ser bem caracterizados (nome completo, idade, residência, formação superior, há quanto tempo ensina na escola, a escola se pública municipal ou estadual, série em que atua e mais informações sobre o trabalho docente para melhor caracterizá-lo). As perguntas abaixo devem ser redigitadas e preparadas em folha própria (com indicação da UVA, nome da disciplina, professor, data de aplicação do questionário bem como o local e visualmente bem diagramada)
Eis as perguntas a serem feitas aos professores: Após a alternativa, deverá ser oferecidas as seguintes alternativas: a. ( ) – Concordo plenamente / b. ( ) – Concordo/ c. ( ) Neutro / d. ( ) Não concordo/ e. ( ) Não concordo plenamente
Que a forma mais eficaz de aprender a ler consiste em ensinar primeiro a correspondência entre letra-som.
a. ( ) – Concordo plenamente b. ( ) – Concordo c. ( ) Neutro
d. ( ) Não concordo e. ( ) Não concordo plenamente
Para mim é melhor,ao trabalhar a leitura, primeiro ensinar os fonemas (vogais, consoantes e semivogais) para passar logo às sílabas e popsteriormente às palavras e ou frases.
Quando uma criança não conhece uma palavra, creio que se lhe deveria ensinar a pronunciar cada uma de suas partes.
Quando ensino a ler fonema a fonema considero melhor apoiar-me em gestos e movimentos com as mãos.
Penso que a todas as crianças se lhes deveria ensinar de maneira sistemática as correspondências letra-som
A meu entender quando se ensinar a ler é importante que os alunos descubram as palavras pelo contexto.
Creio que o uso do contexto é uma ajuda importante no reconhecimento das palavras e deveria trabalhar-se mais que o reconhecimento de palavras isoladas.
Creio que um indicador importante do progresso leitor é que os alunos usem a leitura como processo de comunicação
Creio que, se cada palavra de um texto é pronunciada com exatidão, a criança poderá compreender melhor o que lê.
Creio que pronunciar mal uma palavra é um indicador de que a criança não sabe seu significado.
COMO OCORRE A AQUISIÇÃO DE SEGUNDA LÍNGUA

UVA – LETRAS – AQUISIÇÃO DA LINGUAGEM – PROF. VICENTE MARTINS – 2006.2 EM 2007.1
QUESTÕES SOBRE AQUISIÇÃO DA L2 (PÁG 85 A 111)
Como foi concebida durante séculos a chamada língua-alvo na aquisição da língua estrangeira? (p.85)
Qual a contribuição da Psicologia da aprendizagem para a aquisição da língua estrangeira?(.85 a 86)
Comente o que entendeu do chamado estruturalismo lingüístico:
a) Estruturalismo, na Lingüística, é toda abordagem de análise que define os fatos lingüísticos a partir das noções saussurianas de estrutura e de sistema; lingüística estrutural [Aplica-se à escola de Praga, à glossemática (escola dinamarquesa) e às teorias descritivistas norte-americanas; após 1945, o estruturalismo saiu do domínio da lingüística e conquistou posição noutras áreas do saber, como etnologia, antropologia, filosofia, sociologia, economia e teoria literária.]
4. Comente o que entendeu do conceito do behaviorismo:
a) Na Psicologia, behaviorismo é a teoria e método de investigação psicológica que procura examinar do modo mais objetivo o comportamento humano e dos animais, com ênfase nos fatos objetivos (estímulos e reações), sem fazer recurso à introspecção
b) Na Lingüística, behaviorismo é a doutrina apoiada na psicologia behaviorista e proposta inicialmente por L. Bloomfield (1887-1949) e depois por B.F. Skinner (1904-), que busca explicar os fenômenos da comunicação lingüística e da significação na língua em termos de estímulos observáveis e respostas produzidas pelos falantes em situações específicas
5. Comente esta assertiva de Bloomfield: “ A linguagem permite que uma pessoa suscite uma reação quando uma outra sente o estímulo(S)” (p´.86)
6. Como se caracteriza a abordagem estruturo-behavioristra na aquisição da língua estrangeira? (p.86-87)
7. Comente este conceito lingüístico de interferência:
a) “ Interferência é um termo usado na sociolingüística e no ensino de língua esrnageira, com relação aos erros que um falante introduz em uma língua como conseqüência de seu contato com outra língua. A fonte mais comum do erro é o processo de aprender uma língua estrangeira, quando há interferência da língua materna; mas a interferência pode ocorrer em outras situações de contato”.
8. Segundo a autora, quais as condutas possíveis dos aprendizes da língua estrangeira a partir dessa noção de interferência? (p.86 a 87)
9. Por que o fenômeno de erro, dentro da teoria da interferência, é um fenômeno positivo e não negativo? (p.87)
10. De que maneira a interlíngüe ou o dialeto idiossincrásico do aprendiz tirou o foco da língua-alvo? (p.87)
11. Qual a contribuição de S.P. Corder para a noção do dialeto idiossincrático do aprendiz ou interlingüe? (P.87 a 90)
12. Explique as dimensões do estudo interlingüe:
a) A dimensão sincrônica da língua do aprendiz (p.90)
b) A dimensão longitudinal e comparativa: ou as etapas pelas quais passa o aprendizagem em direção à aquisição da língua estrangeira (p.91 a 95)
c) A dimensão estratégica da conduta do aprendiz (p.96 a 101)
QUESTÕES SOBRE AQUISIÇÃO DA L2 (PÁG 85 A 111)
Como foi concebida durante séculos a chamada língua-alvo na aquisição da língua estrangeira? (p.85)
Qual a contribuição da Psicologia da aprendizagem para a aquisição da língua estrangeira?(.85 a 86)
Comente o que entendeu do chamado estruturalismo lingüístico:
a) Estruturalismo, na Lingüística, é toda abordagem de análise que define os fatos lingüísticos a partir das noções saussurianas de estrutura e de sistema; lingüística estrutural [Aplica-se à escola de Praga, à glossemática (escola dinamarquesa) e às teorias descritivistas norte-americanas; após 1945, o estruturalismo saiu do domínio da lingüística e conquistou posição noutras áreas do saber, como etnologia, antropologia, filosofia, sociologia, economia e teoria literária.]
4. Comente o que entendeu do conceito do behaviorismo:
a) Na Psicologia, behaviorismo é a teoria e método de investigação psicológica que procura examinar do modo mais objetivo o comportamento humano e dos animais, com ênfase nos fatos objetivos (estímulos e reações), sem fazer recurso à introspecção
b) Na Lingüística, behaviorismo é a doutrina apoiada na psicologia behaviorista e proposta inicialmente por L. Bloomfield (1887-1949) e depois por B.F. Skinner (1904-), que busca explicar os fenômenos da comunicação lingüística e da significação na língua em termos de estímulos observáveis e respostas produzidas pelos falantes em situações específicas
5. Comente esta assertiva de Bloomfield: “ A linguagem permite que uma pessoa suscite uma reação quando uma outra sente o estímulo(S)” (p´.86)
6. Como se caracteriza a abordagem estruturo-behavioristra na aquisição da língua estrangeira? (p.86-87)
7. Comente este conceito lingüístico de interferência:
a) “ Interferência é um termo usado na sociolingüística e no ensino de língua esrnageira, com relação aos erros que um falante introduz em uma língua como conseqüência de seu contato com outra língua. A fonte mais comum do erro é o processo de aprender uma língua estrangeira, quando há interferência da língua materna; mas a interferência pode ocorrer em outras situações de contato”.
8. Segundo a autora, quais as condutas possíveis dos aprendizes da língua estrangeira a partir dessa noção de interferência? (p.86 a 87)
9. Por que o fenômeno de erro, dentro da teoria da interferência, é um fenômeno positivo e não negativo? (p.87)
10. De que maneira a interlíngüe ou o dialeto idiossincrásico do aprendiz tirou o foco da língua-alvo? (p.87)
11. Qual a contribuição de S.P. Corder para a noção do dialeto idiossincrático do aprendiz ou interlingüe? (P.87 a 90)
12. Explique as dimensões do estudo interlingüe:
a) A dimensão sincrônica da língua do aprendiz (p.90)
b) A dimensão longitudinal e comparativa: ou as etapas pelas quais passa o aprendizagem em direção à aquisição da língua estrangeira (p.91 a 95)
c) A dimensão estratégica da conduta do aprendiz (p.96 a 101)
COMO ELABORAR O GLOSSÁRIO DA DISCIPLINA AQUISIÇÃO DA LINGUAGEM
UVA – LETRAS – Disciplina: Aquisição da linguagem – Vicente Martins – 2007.1 - ATIVIDADES ACADÊMICAS PARA AQUISIÇÃO DA LINGUAGEM PARA DEFINIÇÃO DA AP3
GLOSSÁRIO DE TERMOS PSICOLINGÜÍSTICOS
A Atividade Proposta para os grupos refere-se à construção de um Glossário de termos psicolingüísticos relacionados com a Aquisição da Linguagem (Projeto GTPRAL). As equipes abaixo deverão elaborar o glossário seguindo os parâmetros de organização dos termos (alfabética), antes orientados pelo professor Vicente Martins.
Veja o exemplo de organização do glossário para equipe A, procedimento válido para os demais grupos. Cada equipe deverá organizar, pelo menos, 100 termos, podendo, claro, ampliar as fontes lexicográficas, em fontes bibliográficas (livros ou dicionários de Lingüística, Psicolingüística ou Psicologia),desde que rigorosamente citadas, conforme normas da ABNT (Veja livreto publicado pela Pró-Reitoria de Educação Continuada)
O professor adverte que os alunos não recorram a fontes webliográficas(Internet), uma vez que a idéia é a de um trabalho inédito, com fins, no futuro, de publicação. O trabalho deve ser entregue ao professor da seguinte forma: (1) uma versão escrita, em 12 times new roman, papel A4 e (2) a mesma versão em CD, para posterior manipulação ou formatação dos verbetes.
Período da entrega para todos os grupos: 10 a 14 de setembro de 2007.
As definições dos verbetes pelo grupo podem ser transcrevendo, literalmente, as palavras do autor do texto ou parafraseando o texto, isto é, refundindo as idéias do autor com as palavras do grupo Observações importantes: por favor, não entregar glossário com capa nem com nome incompleto ou sem o turno de estudo, uma vez que temos alunos pela manhã e noite.
Equipe A
1. DEL RÉ, Alessandra. A pesquisa em aquisição da linguagem: teoria e prática. In DEL RÉ, Alessandra. A aquisição da linguagem: uma abordagem psicolingüística. São Paulo: Contexto, 2006. pp.13-44
Glossário de Termos Psicolingüísticos
a. Sensório-motor: refere-se ao estágio proposto por Jean Piaget em que ocorre, de 0 a 18/24, que procede a linguagem. (DEL RÉ: 2006, p.22)
b. Interacionismo: teoria que se baseia na interação verbal, no diálogo da criança com o adulto, nas trocas comunicativas entre os dois interlocutores. (DEL RÉ: 2006, p.23)
Equipe B
2. FERNANDES, Sílvia Dinucci. O jogo das representações gráficas. In DEL RÉ, Alessandra. A aquisição da linguagem: uma abordagem psicolingüística. São Paulo: Contexto, 2006. pp. 169-182.
3. FERNBACH, Mônica de Araújo. Escrita e interação. In DEL RÉ, Alessandra. A aquisição da linguagem: uma abordagem psicolingüística. São Paulo: Contexto, 2006. pp. 135-167.
Equipe C
4. RANÇOIS, Frédéric. O que nos indica a “linguagem da criança”: algumas considerações sobre a “linguagem”. In DEL RÉ, Alessandra. A aquisição da linguagem: uma abordagem psicolingüística. São Paulo: Contexto, 2006. pp. Pp.183-200.
Equipe D
5. LEITÃO, Selma e BANKS-LEITE, Luci. Argumentação da linguagem infantil: algumas abordagens. In DEL RÉ, Alessandra. A aquisição da linguagem: uma abordagem psicolingüística. São Paulo: Contexto, 2006. pp.45-61.
Equipe E
6. PRÉNERON, Christiane. Distúrbios da linguagem oral e da comunicação das crianças. In DEL RÉ, Alessandra. A aquisição da linguagem: uma abordagem psicolingüística. São Paulo: Contexto, 2006. pp 63-83.
Equipe F
7. VASSEUR, Marie-Thérèse. Aquisição de L2: compreender como se aprende para compreender o desenvolvimento da competência em interagir em L2. In DEL RÉ, Alessandra. A aquisição da linguagem: uma abordagem psicolingüística. São Paulo: Contexto, 2006. pp.85-111.
Equipe G
8. ENTURI, Maria ALICE. Aquisição de língua estrangeira numa perspectiva de estudos aplicados. In DEL RÉ, Alessandra. A aquisição da linguagem: uma abordagem psicolingüística. São Paulo: Contexto, 2006. pp.113-134
GLOSSÁRIO DE TERMOS PSICOLINGÜÍSTICOS
A Atividade Proposta para os grupos refere-se à construção de um Glossário de termos psicolingüísticos relacionados com a Aquisição da Linguagem (Projeto GTPRAL). As equipes abaixo deverão elaborar o glossário seguindo os parâmetros de organização dos termos (alfabética), antes orientados pelo professor Vicente Martins.
Veja o exemplo de organização do glossário para equipe A, procedimento válido para os demais grupos. Cada equipe deverá organizar, pelo menos, 100 termos, podendo, claro, ampliar as fontes lexicográficas, em fontes bibliográficas (livros ou dicionários de Lingüística, Psicolingüística ou Psicologia),desde que rigorosamente citadas, conforme normas da ABNT (Veja livreto publicado pela Pró-Reitoria de Educação Continuada)
O professor adverte que os alunos não recorram a fontes webliográficas(Internet), uma vez que a idéia é a de um trabalho inédito, com fins, no futuro, de publicação. O trabalho deve ser entregue ao professor da seguinte forma: (1) uma versão escrita, em 12 times new roman, papel A4 e (2) a mesma versão em CD, para posterior manipulação ou formatação dos verbetes.
Período da entrega para todos os grupos: 10 a 14 de setembro de 2007.
As definições dos verbetes pelo grupo podem ser transcrevendo, literalmente, as palavras do autor do texto ou parafraseando o texto, isto é, refundindo as idéias do autor com as palavras do grupo Observações importantes: por favor, não entregar glossário com capa nem com nome incompleto ou sem o turno de estudo, uma vez que temos alunos pela manhã e noite.
Equipe A
1. DEL RÉ, Alessandra. A pesquisa em aquisição da linguagem: teoria e prática. In DEL RÉ, Alessandra. A aquisição da linguagem: uma abordagem psicolingüística. São Paulo: Contexto, 2006. pp.13-44
Glossário de Termos Psicolingüísticos
a. Sensório-motor: refere-se ao estágio proposto por Jean Piaget em que ocorre, de 0 a 18/24, que procede a linguagem. (DEL RÉ: 2006, p.22)
b. Interacionismo: teoria que se baseia na interação verbal, no diálogo da criança com o adulto, nas trocas comunicativas entre os dois interlocutores. (DEL RÉ: 2006, p.23)
Equipe B
2. FERNANDES, Sílvia Dinucci. O jogo das representações gráficas. In DEL RÉ, Alessandra. A aquisição da linguagem: uma abordagem psicolingüística. São Paulo: Contexto, 2006. pp. 169-182.
3. FERNBACH, Mônica de Araújo. Escrita e interação. In DEL RÉ, Alessandra. A aquisição da linguagem: uma abordagem psicolingüística. São Paulo: Contexto, 2006. pp. 135-167.
Equipe C
4. RANÇOIS, Frédéric. O que nos indica a “linguagem da criança”: algumas considerações sobre a “linguagem”. In DEL RÉ, Alessandra. A aquisição da linguagem: uma abordagem psicolingüística. São Paulo: Contexto, 2006. pp. Pp.183-200.
Equipe D
5. LEITÃO, Selma e BANKS-LEITE, Luci. Argumentação da linguagem infantil: algumas abordagens. In DEL RÉ, Alessandra. A aquisição da linguagem: uma abordagem psicolingüística. São Paulo: Contexto, 2006. pp.45-61.
Equipe E
6. PRÉNERON, Christiane. Distúrbios da linguagem oral e da comunicação das crianças. In DEL RÉ, Alessandra. A aquisição da linguagem: uma abordagem psicolingüística. São Paulo: Contexto, 2006. pp 63-83.
Equipe F
7. VASSEUR, Marie-Thérèse. Aquisição de L2: compreender como se aprende para compreender o desenvolvimento da competência em interagir em L2. In DEL RÉ, Alessandra. A aquisição da linguagem: uma abordagem psicolingüística. São Paulo: Contexto, 2006. pp.85-111.
Equipe G
8. ENTURI, Maria ALICE. Aquisição de língua estrangeira numa perspectiva de estudos aplicados. In DEL RÉ, Alessandra. A aquisição da linguagem: uma abordagem psicolingüística. São Paulo: Contexto, 2006. pp.113-134
COMO REFERENCIAR OS ENSAIOS DE AQUISIÇÃO DA LINGUAGEM
E-MAIL: vicente.martins@uol.com.brAQUISIÇÃO DA LINGUAGEM: PARA REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
Vicente Martins
1. DEL RÉ, Alessandra. A aquisição da linguagem: uma abordagem psicolingüística. São Paulo: Contexto, 2006
2. DEL RÉ, Alessandra. A pesquisa em aquisição da linguagem: teoria e prática. In DEL RÉ, Alessandra. A aquisição da linguagem: uma abordagem psicolingüística. São Paulo: Contexto, 2006. pp.13-44
3. FERNANDES, Sílvia Dinucci. O jogo das representações gráficas. In DEL RÉ, Alessandra. A aquisição da linguagem: uma abordagem psicolingüística. São Paulo: Contexto, 2006. pp. 169-182.
4. FERNBACH, Mônica de Araújo. Escrita e interação. In DEL RÉ, Alessandra. A aquisição da linguagem: uma abordagem psicolingüística. São Paulo: Contexto, 2006. pp. 135-167.
5. FRANÇOIS, Frédéric. O que nos indica a “linguagem da criança”: algumas considerações sobre a “linguagem”. In DEL RÉ, Alessandra. A aquisição da linguagem: uma abordagem psicolingüística. São Paulo: Contexto, 2006. pp. Pp.183-200.
6. LEITÃO, Selma e BANKS-LEITE, Luci. Argumentação da linguagem infantil: algumas abordagens. In DEL RÉ, Alessandra. A aquisição da linguagem: uma abordagem psicolingüística. São Paulo: Contexto, 2006. pp.45-61.
7. PRÉNERON, Christiane. Distúrbios da linguagem oral e da comunicação das crianças. In DEL RÉ, Alessandra. A aquisição da linguagem: uma abordagem psicolingüística. São Paulo: Contexto, 2006. pp 63-83.
8. VASSEUR, Marie-Thérèse. Aquisição de L2: compreender como se aprende para compreender o desenvolvimento da competência em interagir em L2. In DEL RÉ, Alessandra. A aquisição da linguagem: uma abordagem psicolingüística. São Paulo: Contexto, 2006. pp.85-111.
9. VENTURI, Maria ALICE. Aquisição de língua estrangeira numa perspectiva de estudos aplicados. In DEL RÉ, Alessandra. A aquisição da linguagem: uma abordagem psicolingüística. São Paulo: Contexto, 2006. pp.113-134.
1. DEL RÉ, Alessandra. A aquisição da linguagem: uma abordagem psicolingüística. São Paulo: Contexto, 2006
2. DEL RÉ, Alessandra. A pesquisa em aquisição da linguagem: teoria e prática. In DEL RÉ, Alessandra. A aquisição da linguagem: uma abordagem psicolingüística. São Paulo: Contexto, 2006. pp.13-44
3. FERNANDES, Sílvia Dinucci. O jogo das representações gráficas. In DEL RÉ, Alessandra. A aquisição da linguagem: uma abordagem psicolingüística. São Paulo: Contexto, 2006. pp. 169-182.
4. FERNBACH, Mônica de Araújo. Escrita e interação. In DEL RÉ, Alessandra. A aquisição da linguagem: uma abordagem psicolingüística. São Paulo: Contexto, 2006. pp. 135-167.
5. FRANÇOIS, Frédéric. O que nos indica a “linguagem da criança”: algumas considerações sobre a “linguagem”. In DEL RÉ, Alessandra. A aquisição da linguagem: uma abordagem psicolingüística. São Paulo: Contexto, 2006. pp. Pp.183-200.
6. LEITÃO, Selma e BANKS-LEITE, Luci. Argumentação da linguagem infantil: algumas abordagens. In DEL RÉ, Alessandra. A aquisição da linguagem: uma abordagem psicolingüística. São Paulo: Contexto, 2006. pp.45-61.
7. PRÉNERON, Christiane. Distúrbios da linguagem oral e da comunicação das crianças. In DEL RÉ, Alessandra. A aquisição da linguagem: uma abordagem psicolingüística. São Paulo: Contexto, 2006. pp 63-83.
8. VASSEUR, Marie-Thérèse. Aquisição de L2: compreender como se aprende para compreender o desenvolvimento da competência em interagir em L2. In DEL RÉ, Alessandra. A aquisição da linguagem: uma abordagem psicolingüística. São Paulo: Contexto, 2006. pp.85-111.
9. VENTURI, Maria ALICE. Aquisição de língua estrangeira numa perspectiva de estudos aplicados. In DEL RÉ, Alessandra. A aquisição da linguagem: uma abordagem psicolingüística. São Paulo: Contexto, 2006. pp.113-134.
QUESTÕES SOBRE ARGUMENTAÇÃO INFANTIL
E-mail: vicente.martins@uol.com.br UVA – Letras – Aquisição da Linguagem – Prof. Vicente Martins – 2007.1
I – As questões abaixo devem se respondidas em grupo com até 5 membros, indicados pelo professor Vicente Martins. São atividades que vão definir uma das notas de AP1 e AP2.
1– Bloco de questões para: LEITÃO, Selma e BANKS-LEITE, Luci. Argumentação da linguagem infantil: algumas abordagens. In DEL RÉ, Alessandra. A aquisição da linguagem: uma abordagem psicolingüística. São Paulo: Contexto, 2006. pp.45-61.
(1) Observe o que o dicionário de Houaiss traz sobre o verbete argumentação:
(1) É a arte, ato ou efeito de argumentar. Argumentar, por sua vez, tem a ver com apresentar fatos, idéias, razões lógicas, provas etc. que comprovem uma afirmação. Pergunta: é possível, segundo o pensamento de Selma Leitão, observar a argumentação precoce ou tardia nas crianças? Fundamente sua resposta.
(2) É a troca de palavras em controvérsia, disputa, discussão. De que forma podemos observar esse nível de controvérsia na argumentação infantil, segundo a autora?
(3) É a conjunto de idéias, fatos que constituem os argumentos que levam ao convencimento ou conclusão de (algo ou alguém). O grupo lembraria de alguma situação em que a criança, com sua argumentação infantil, leva o adulto(os pais, por exemplo) ao convencimento de algo?
(4) Na literatura, especialmente a estilística, no desenvolvimento do discurso, argumentação corresponde aos recursos lógicos, como silogismos, paradoxos etc. ger. acompanhados de exemplos, que induzem à aceitação de uma tese e à conclusão geral e final. Quais os gêneros textuais, na opinião do grupo, que trazem claramente elementos da argumentação? De que maneira a escola pode promover a força de argumentação dos alunos?
(5) pé da letra, argumentação quer dizer 'provar através de raciocínio”. De que forma o raciocínio se manifesta na argumentação infantil?
(2) Comente estas duas definições de raciocínio e relacione-as com o conceito de argumentação infantil, proposta pela articulista. (a) exercício da razão através do qual se procura alcançar o entendimento de atos e fatos, se formulam idéias, se elaboram juízos, se deduz algo a partir de uma ou mais premissas, se tiram conclusões. (b) atividade mental que, por meio de instrumentos indutivos ou dedutivos, fundamenta o encadeamento lógico e necessário de um processo argumentativo, esp. no interior de demonstrações científicas, filosóficas ou matemáticas
(3) Descreva como era feito o estudo da argumentação na tradição filosófico-retórica? Ver página 46.
(4) Descreva os dois aspectos do modelo do filósofo inglês S. E. Toulmin para os estudos da argumentação? (ver páginas 46 a 47)
(5) O devemos entender por licença para inferência, no modelo de Toulmin? P.47
(6) Qual o papel do auditório e do contexto da controvérsia, nos estudos contemporâneos da argumentação, segundo a Nova Retória de Perelman e Olbrecht-Tyteca? Ver págiunas 47 a 49.
(7) Quais são os três esquemas argumentaivos que dão sustentação a técnicas argumentativas, segundo a Nova Retória de Perelman e Olbrecht-Tyteca? Pp. 48 a 49.
(8) Como tem sido os estudos da argumentação infantil na perspectiva filosófico-retórica? Ver páginas 49 a 51.
(9) Releia a página 49. Em termos de argumentação, o que os estudos mostram que ocorrem com crianças com idade de 2 anos e meio? E as crianças de 3 a 6 anos, que características apresentam quanto à argumentação?
(10) O que podemos dizer da argumentação infantil de crianças na faixa etária de 4 anos? Ver página 50.
(11) O que podemos dizer da argumentação infantil de crianças na faixa etária de 5 anos? Ver página 50
(12) Um dos aspectos mais relavantes da argumentação infantil tem sido o manejo da oposição na fala da criança. Como ocorre essa oposição? Página 50.
(13) Observe estas definições filosóficas de autonomia: (a) faculdade que possui determinada instituição de traçar as normas de sua conduta, sem que sinta imposições restritivas de ordem estranha e (b) segundo Kant (1724-1804), capacidade apresentada pela vontade humana de se autodeterminar segundo uma legislação moral por ela mesma estabelecida, livre de qualquer fator estranho ou exógeno com uma influência subjugante, tal como uma paixão ou uma inclinação afetiva incoercível. A pergunta: o manejo da oposição na fala da criança significaria a construção dessa autonomia pela via da argumentação infantil? Página 50.
(14) Observe esta definição filosófica de antinomia: segundo Kant (1724-1804), capacidade apresentada pela vontade humana de se autodeterminar segundo uma legislação moral por ela mesma estabelecida, livre de qualquer fator estranho ou exógeno com uma influência subjugante, tal como uma paixão ou uma inclinação afetiva incoercível. A pergunta: o manejo da oposição na fala da criança significaria a construção dessa antinomia pela via da argumentação infantil? Página 50.
(15) Observe esta definição filosófica de heterenomia: segundo Kant (1724-1804), sujeição da vontade humana a impulsos passionais, inclinações afetivas ou quaisquer outras determinações que não pertençam ao âmbito da legislação estabelecida pela consciência moral de maneira livre e autônoma A pergunta: o manejo da oposição na fala da criança significaria a superação dessa heteronomia pela via da argumentação infantil? Página 50.
(16) Qual a contribuição de Eisenberg e Garvey para os estudos da argumentação infantil? Ver página 50.
(17) Qual a contribuição de Stein e Bernas (e Albro) para os estudos da argumentação infantil? Ver página 50 e 51.
(18) Qual a contribuição de Pirchio e Pontecorvo para os estudos da argumentação infantil? Ver página 50.
(19) Qual a contribuição de Grize para os estudos da argumentação infantil? Ver página 52.
(20) Qual a contribuição do Laboratoire de Psychologie du Langage, da Universidade de Poitier, para os estudos da argumentação infantil? Ver página 53 e 54.
(21) Qual a contribuição dos estudos lingüísticos de Anscombre-Ducrot e sua teoria para os estudos da argumentação infantil? Ver página 54 a 57.
(22) Os estudos da argumentação infantil, especialmente, a primeira infância, levados a efeito a partir das teorias e postulações deAnscombre-Ducrot, que conclusões chegam a respeito da teoria da epistemológica de Piaget? Pp55 e 56.
(23) Que conclusões M.F.P Castro, no Brasil, descrito nos seu livro Aprendendo a argumentar (1992), chegam com a relação a argumentação infantil, envolvendo crianças e 2 anos e 7 meses a 5 anos? Pp.56
(24) Descreva com suas palavras o que entendeu do conceito da Lógica Natural e da abordagem lingüística dr Bronchart. Páginas 52 a 58.
(25) Após os estudos sobre a argumentação infantil, gostaria que fizesse especulações ou postulações sobre a argumentação infantil na chamada infância e que poderiam ser levadas em conta pelos profissionais que atuam na educação escolar. (a) primeira infância, na psicologia, no desenvolvimento da criança, é período que vai de zero a três anos. Como se caracteriza a argumentação infantil nessa fase? (b) segunda infância, na psicologia, no desenvolvimento da criança, é o período que vai de três a sete anos. Como se caracteriza a argumentação infantil nessa fase? (c) terceira infância, na psicologia, especialmente no desenvolvimento da criança, é período que vai de sete anos até o início da adolescência. Como se caracteriza a argumentação infantil nessa fase?
(26) Teremos agora relacionar as teorias de argumentação infantil aos estágios da inteligência segundo a epistemologia de Piaget:
26.1. Sensório-motor (0 a 2 anos).A partir de reflexos neurológicos básicos, o bebê começa a construir esquemas de ação para assimilar mentalmente o meio. A inteligência é prática. As noções de espaço e tempo são construídas pela ação. O contato com o meio é direto e imediato, sem representação ou pensamento. Exemplos:O bebê pega o que está em sua mão; "mama" o que é posto em sua boca; "vê" o que está diante de si. Aprimorando esses esquemas, é capaz de ver um objeto, pegá-lo e levá-lo a boca. Diante da definição e do exemplo dado acima, de que maneira, a criança, segundo o grupo, poderia precocemente apresentar um nível de argumentação infantil?
26.2. Pré-operatório (2 a 7 anos) - Também chamado de estágio da Inteligência Simbólica . Caracteriza-se, principalmente, pela interiorização de esquemas de ação construídos no estágio anterior (sensório-motor). A criança deste estágio: É egocêntrica, centrada em si mesma, e não consegue se colocar, abstratamente, no lugar do outro.
Não aceita a idéia do acaso e tudo deve ter uma explicação (é fase dos "por quês").Já pode agir por simulação, "como se". (2) Possui percepção global sem discriminar detalhes. (3) Deixa se levar pela aparência sem relacionar fatos. Exemplos:Mostram-se para a criança, duas bolinhas de massa iguais e dá-se a uma delas a forma de salsicha. A criança nega que a quantidade de massa continue igual, pois as formas são diferentes. Não relaciona as situações. Diante da definição e do exemplo dado acima, de que maneira, a criança, segundo o grupo, poderia apresentar um nível de argumentação infantil?
26.3. Operatório-concreto ( 7 as 11 anos) - A criança desenvolve noções de tempo, espaço, velocidade, ordem, casualidade, ..., já sendo capaz de relacionar diferentes aspectos e abstrair dados da realidade. Não se limita a uma representação imediata, mas ainda depende do mundo concreto para chegar à abstração.desenvolve a capacidade de representar uma ação no sentido inverso de uma anterior, anulando a transformação observada (reversibilidade). Exemplos:despeja-se a água de dois copos em outros, de formatos diferentes, para que a criança diga se as quantidades continuam iguais. A resposta é afirmativa uma vez que a criança já diferencia aspectos e é capaz de "refazer" a ação. Diante da definição e do exemplo dado acima, de que maneira, a criança, segundo o grupo, poderia apresentar um nível de argumentação infantil?
26.4 Operatório-formal (12 anos em diante) - A representação agora permite a abstração total. A criança não se limita mais a representação imediata nem somente às relações previamente existentes, mas é capaz de pensar em todas as relações possíveis logicamente buscando soluções a partir de hipóteses e não apenas pela observação da realidade.Em outras palavras, as estruturas cognitivas da criança alcançam seu nível mais elevado de desenvolvimento e tornam-se aptas a aplicar o raciocínio lógico a todoas as classes de problemas. Exemplos: Se lhe pedem para analisar um provérbio como "de grão em grão, a galinha enche o papo", a criança trabalha com a lógica da idéia (metáfora) e não com a imagem de uma galinha comendo grãos. Diante da definição e do exemplo dado acima, de que maneira, a criança, segundo o grupo, poderia apresentar um nível de argumentação infantil?
II Bloco de questões para PRÉNERON, Christiane. Distúrbios da linguagem oral e da comunicação das crianças. In DEL RÉ, Alessandra. A aquisição da linguagem: uma abordagem psicolingüística. São Paulo: Contexto, 2006. pp 63-83.
(1) Comente a epígrafe de Laurent Danon-Boileau. P.63
(2) Numa sala de aula de 40, qual o percentual de alunos que pode apresentar distúrbios ou dificuldades de aprendizagem da linguagem verbal? Que significa isso? P. 63
(3) Comenta esta definição lingüística de linguagem: qualquer meio sistemático de comunicar idéias ou sentimentos através de signos convencionais e sonoros.
(4) Comente: Linguagen infantil é a variante lingüística, própria das crianças muito pequenas ou dos adultos quando falam com elas ou se refere ao conjunto de palavras e expressões que entraram no léxico originadas de simplificações de vocábulos feitas por adultos, com o fito de ajudar a compreensão das crianças, ou que são efetivamente criações vocabulares infantis, freq. com redobro (p.ex.: cocó 'galinha', pipi 'pênis; urina', au-au 'cão', mimir 'dormir', bumbum 'nádegas' etc.) Linguagem infantil assim, é a linguagem das crianças, ou que são efetivamente criações vocabulares infantis, freqüentemente, com redobro (p.ex.: cocó 'galinha', pipi 'pênis; urina', au-au 'cão', mimir 'dormir', bumbum 'nádegas' etc.).
(5) Quais as caracteristicas do atraso de linguagem? Pp.63 a 65.
(6) Aos 6 anos, o que pode ocorrer com crianças que apresentam distúrbios ou dificuldades de linguagem? P.64
(7) Que causas podem ser apontadas para os distúrbios de linguagem, segundo Chevrie-Muller? P.64
(8) Veja esta definição neurológica de disfasia: é descoordenação da fala e incapacidade de dispor as palavras de modo compreensível, relacionada com lesão cortical. Por que a autoria diz que Christelle Maillart tem uma abordagem neoroanatômica referente aos distúrbios da linguagem? P.64
(9) Quais são as caraterísticas do TSDL ou disfasias de desenolvimento? Como é feito o diagnóstico do TSDL? P.64 e 65
(10) Veja esta definição psiquiátrica de autismo: é polarização privilegiada do mundo dos pensamentos, das representações e sentimentos pessoais, com perda, em maior ou menor grau, da relação com os dados e exigências do mundo circundante. Por que a autora diz que o autismo teria um núcleo disfásico? P. 65
(11) A nosologia é o ramo da medicina que estuda e classifica as doenças. Como autoria classifica os distúrbios da linguagem? P.65
(12) No que se referete à vertente receptiva, como podem ser classificados os distúrbios da linguagem? P. 65
(13) No campo da Medicina, déficit é uma deficiência que se pode medir, quantitativa ou qualitativamente. Que implicações se tem para nós educadores quando tratamos as dificuldades de linguagem como distúrbios ou déficts?
(14) Na filosofia, gnosiologia é teoria geral do conhecimento humano, voltada para uma reflexão em torno da origem, natureza e limites do ato cognitivo, freq. apontando suas distorções e condicionamentos subjetivos, em um ponto de vista tendente ao idealismo, ou sua precisão e veracidade objetivas, em uma perspectiva realista; gnoseologia, teoria do conhecimento Quais as características dos chamados défictis gnósicos?
(15) Observe estas definições agnosia: (a) no campo da filosofia, é a convicção a respeito da limitação cognitiva do intelecto humano, esp. no que se refere às pretensas verdades do senso comum, definida na sentença socrática "Só sei que nada sei" e (b) para a neurologia e psicopatologia é amnésia perceptiva que consiste na incapacidade de reconhecer os objetos ou os símbolos usuais, sem perturbação das sensações em geral ou a incapacidade de reconhecer informações sensoriais. O que é a agnosia verbal segundo a atora? P. 65
(16) Como se caracterizam os distúrbios da compreensão, segundo a vertente receptiva? P.66.
(17) Quais os cinco níveis de alcane atribuídos aos distúrbios da linguagem, segundo as postulações de Chevrie-Muller? P.66
(18) Na Foniatria ou patologia da linguagem, a dislalia refere-se à perturbação na articulação de palavras por lesão de algum dos órgãos fonadores. Quais as principais caterísticas das dislalias segundo a autora? Pp. 66 e 67.
(19) Como Christian Hudelot e Anne Salazar-Orvig explicam os distúrbios fonológicos? P.67
(20) Como os distúrbios fonológicos ocorrem ao longo de um desenvolvimento normal? P. 67
(21) Define distúrbios fonológicos? Procure dar exemplo, em português, de distúrbios fonolóigicos.P.67
(22) Como são agrupados as alterações fonológicas, segundo a autora. P.68
(23) O distúrbio fonológico é mais motor ou lingüístico? Por quê? P 68
(24) Os distúrbios fonológicos têm uma relação imediata com a pronúncia ou pronunciação das palavras. Lingüisticamente, definimos pronúncia assim: (a) ato ou efeito de pronunciar; pronunciação, prolação (b) modo de pronunciar; articulação; (c) forma oral de uma palavra; (d) modo de articular os sons, as palavras ou frases, característico de um indivíduo ou de uma região; sotaque, acento e (e) foneticamente, pronúncia é o conjunto de sons de uma língua e as combinações possíveis entre eles; fonética. Qual a importância dessas informações para o diagnóstico dos distúrbios fonológicos? P.69
(25) Que cuidados devemos ter quando pedimos que as crianças pronunciem algumas palavras para fins de diagnóstico de distúrbios fonológicos? P.69.
(26) Observe estas definições lingüísticas de prosódia: (a) Na gramática, parte da gramática tradicional que se dedica às características da emissão dos sons da fala, como o acento e a entoação e (b) na lingüística, conjunto de características que acompanham os sons, mas não é um elemento segmental, como a acentuação tônica, a duração, os tons. Como se caracterizam os distúrbios da prosódia? P.69ª 71
(27) O que é logatomo? P.69. Qual a importância do logotomo para o diagnóstico dos distúrbios fonológico? Dê exemplo de 10 logotomos que poderiam ser aplicados no diagnóstico de dislalia.
(28) Sobre logatomo, gostaria que comentasse esta definição lingüística em Jean Dubois: (a) chama-se logatomo uma sílaba ou uma seqüência de sílabas que pertencem a uma língua, mas que não formam uma palavra ou um sintagma significativo. Por exemplo, em português, intonda, iturpala, porbida etc e (b) Os logatomos são utilizados nas provas psicolingüísticas de repetição imediata para testar a percepção auditiva e a memória imediata dos signos verbais não-significativos. Na opinião do grupo, qual a importância dos logatomos nos estudos patolingüísticos?
(29) Em português podemos falar em gagueira, gaguice, mogilalia, mogilalismo, pselismo, tartamudez, blesidade, guaguejamento, gaguejo, gaguice ou gaguez. O termo mais aplicado seria, pois, gaguez: perturbação da fala, de origem psicomotora, que se caracteriza pela repetição espasmódica das sílabas e paradas involuntárias no início das palavras. Por que aponta a guaguez como patologia da prosódia?
(30) Como Van Riper define a gaguez? P.70.
(31) Como Amina Bensalah explica a gaguez? P.70
(32) Como Gertrude Wyatt explica a gaguez? P.70
(33) A autora diz que a gaguez é produto de diversos tipos de guajos. Como se dá, então, a gaguez no plano da realização lingüística? P.70
(34) Veja esta definição neurológica de sincinesia: movimento to involuntário que ocorre num grupo de músculos por ocasião de um movimento voluntário ou de um reflexo de outra parte do corpo. O que seria, então, a sincinesia do olho durante a gaguez? P.70
(35) Veja esta neurológica de comissura: zona onde os feixes de fibras nervosas interligam as estruturas homólogas num e no outro lado do cérebro e da medula espinhal, flanqueando a linha medial inter-hemisférica. Como ocorre a comissuras dos lábios durante a gaguez?
(36) Crispação quer dizer: (a ) 1 ato ou efeito de crispar(-se); encrespar(-se), frisar(-se) e (b) ato ou efeito de encolher(-se), contrair(-se) espasmodicamente. Tem a ver a ver, pois, com espasmo Rubrica: medicina. contração involuntária, não ritmada, de um ou vários músculos, podendo ocorrer isolada ou continuamente, sendo dolorosa ou não. Como ocorre as crispações da mãos durante a gaguez? P.70
(37) Como autoria, no roda-pé, define as sincinesias? P. 70
(38) Observamos nos gagos repetições, tensões, bloqueios, o que estaria por trás desses traços atitudinais ou conduta da guaguez? Com relação aos segmentos vocálicos e consonânticos, o que ocorre durante a guaguez? P. 71
(39) Quais os principais tipos de gaguez apresentados pela autora na pághina 71?
(40) O que justificaria o aparecimento da gaguez por volta de 4 a 6 anos? P.71
(41) O que justificaria o aparecimento da gaguez por volta de 2,6 a 3 anos? P.71
(42) Como se caracterizam os distúrbios morfossintáticos? p. 71 e 72
(43) Como se caraterizam as disnomias ou distúrbios da lembrança das palavras? P 72 a 73
(44) Como se caracterizam os distúrbios semântico-pragmáticos, segundo a página 73?
(45) Como Rapin e Allen classificam sete síndromes da expressão linguageira oral? Pp.73ª 80 Por que não são associadas ao autismo?
(46) Como se carateriza a síndrome fonológico-sintática? P. 74 a 76
(47) O que diz Laurent Danon-Boileau sobre a síndrome fonológico-sintática? P.75
(48) Em que se diferente a síndrome sintático-ragmática das demais síndromes? P.76
(49) Como se carateriza a síndrome semântico-pragmática? P.76 a 79
(50) Qual a contribuição de Marie-Mercédès Vidal para a explicação da síndrome semântico-pragmática? P.77
(51) Os estudos de Marie-Mercédès Vidal falam em crianças logorréicas. Entendemos por logorréia o seguinte: no campo da psicopatologia, compulsão para falar, loquacidade exagerada que se nota em determinados casos de neurose e psicose, como se o paciente, assim, quisesse dar vazão ao grande número de idéias que passam por sua cabeça; logomania, verborragia. Quais as principais caterísticas das crianças logorréicas? Pp. 77 a 79.
(52) Por que a autora fala em disfasias variáveis? P. 79 a 80.
(53) Que procedimentos devem ser tomados por aqueles profissionais de educação especial, em particular, paraatuar na prevenção, avaliação e intervenção das disfunções linguageira? Pp. 80 e 83.
(54) Observe estas definições: ( a) Dislexia é uma perturbação na aprendizagem da leitura pela dificuldade no reconhecimento da correspondência entre os símbolos gráficos e os fonemas, bem como na transformação de signos escritos em signos verbais ou uma dificuldade para compreender a leitura, após lesão do sistema nervoso central, apresentada por pessoa que anteriormente sabia ler; (b) Disgrafia é uma perturbação da escrita por distúrbios neurológicos e (c) Disortografia é dificuldade no aprendizado e domínio das regras ortográficas, associada à dislexia na ausência de qualquer deficiência intelectual. Após os estudos empreendidos neste capítulo, quais das dificuldades acima o grupo incluiria na vertente receptiva e quais as que incluiria na vertente expressiva? Justifique sua resposta.
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